Digite o termo da busca
Menu
A+
A-
POR
início
Início
seta para direita
últimas notícias
Últimas Notícias
seta para direita
foto agência
Foto Agência
seta para direita
especiais
Especial
seta para direita
radioagência nacional
Radioagência Nacional
seta para direita
campeonatos
Tabelas
seta para direita
feed rss
Feed Rss
seta para direita
seta para direita
sobre
Sobre
seta para direita
Cultura
seta para direita
Direitos Humanos
seta para direita
Economia
seta para direita
Educação
seta para direita
Esportes
seta para direita
Geral
seta para direita
Internacional
seta para direita
Justiça
seta para direita
Meio Ambiente
seta para direita
Política
seta para direita
Saúde
seta para direita
Últimas Notícias
|
Cultura
Direitos Humanos
Economia
Educação
Esportes
Geral
Internacional
Justiça
Meio Ambiente
Política
Saúde
Economia
Dólar cai para R$ 5,40 com reunião do Copom e mercado externo
Bolsa sobe 0,07% e supera os 159 mil pontos
Wellton Máximo Repórter da Agência Brasil*
Publicado em 11/12/2025 – 20:00
Brasília
Dólar© Valter Campanato/Agência Brasil
Versão em áudio
Influenciado pelo exterior e pela reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado financeiro teve um dia de recuperação. O dólar aproximou-se de R$ 5,40. A bolsa de valores fechou praticamente estável, superando os 159 mil pontos.
O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (11) vendido a R$ 5,404, com queda de R$ 0,064 (-1,17%). A cotação iniciou o dia em alta, mas inverteu o movimento ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 16h, chegou a R$ 5,39.
Mesmo com a forte queda desta quinta, a moeda estadunidense acumula alta de 1,29% em dezembro. Em 2025, a divisa cai 12,56%.
O mercado de ações teve um dia mais volátil. Após subir 0,48% às 13h52, o índice Ibovespa, da B3, perdeu força nas horas finais de negociação e fechou o dia aos 159.189 pontos, com alta de apenas 0,07%. Ações de mineradoras impediram a queda da bolsa.
Tanto fatores internos como externos influenciaram o mercado. No Brasil, o tom duro do comunicado da reunião do Copom, que não informou se o Banco Central (BC) pretende começar a cortar os juros em janeiro, estimulou a entrada de dólares.
Entre os fatores internacionais, os investidores aproveitaram a diferença entre a Taxa Selic, mantida em 15% ao ano, e os juros básicos dos Estados Unidos, reduzidos em 0,25 ponto percentual pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central do país), para 3,5% a 3,75% ao ano.
Taxas mais altas no Brasil e mais baixas em economias avançadas estimulam a migração de capitais para o mercado brasileiro, reduzindo a pressão sobre o dólar e a bolsa.





