Lucas Borbas, viúvo de Isabel Veloso, usou as redes sociais nesta terça-feira (13) para responder uma série de questionamentos dos internautas. Um deles diz respeito ao destino das cinzas da influenciadora, que morreu, neste sábado (10), aos 19 anos, após complicações de um transplante de medula.
“Como prometido anteriormente, eu falei para vocês que eu ia vir aqui tirar algumas dúvidas e falar sobre algumas coisas e desejos futuros aí da Isabel”, iniciou no Instagram, onde soma mais de 2,2 milhões de seguidores.
“Estou com algumas questões aqui que muitas pessoas perguntam frequentemente no meu Instagram e eu anotei aqui. Eu quero poder explicar para vocês bem certinho e tirar essa dúvida que fica na cabeça aí de todo mundo”, acrescentou.
Na sequência, Borbas pontuou a proximidade que tinha com a esposa e ressaltou que a influenciadora nunca quis um velório. Ele, contudo, permitiu a realização da cerimônia fúnebre por uma vontade da família.
“Eu e a Isabel sempre tivemos uma relação muito fluida. A gente sempre conversava sobre tudo, sobre questões emocionais. A gente sempre tinha uma conversa muito madura sobre alguns pontos, porque a gente sabia que a Isabel tinha uma doença muito difícil. Mas a gente sempre tinha na cabeça que a gente tinha que conversar sobre uns assuntos muito delicados”, pontuou.
“E sobre quais eram os desejos da Isabel com o seu adeus final, um dos desejos da Isabel era ser cremada. É claro, eu respeito sempre a família, respeito sempre o desejo da família, e tanto é isso que acabei fazendo um velório. Ela não gostaria disso, mas, em respeito à família, em respeito a todos que estavam lá, eu decidi fazer isso por eles. Mas o desejo da Isabel sempre foi ser cremada”, prosseguiu.
Vontade expressa em vida
Lucas ainda contou para onde as cinzas de Isabel Veloso irão. “O vô da Isabel é o senhor Raul de França Veloso. Era um vô por quem ela tinha um afeto muito grande. E antes da Isabel ter essa doença, a Isabel, infelizmente, perdeu esse avô dela. E quando esse avô dela faleceu, as cinzas do avô foram jogadas entre a divisa de Dois Vizinhos e São Jorge do Oeste, ali na ponte do Rio Chupim”, revelou.
“E esse era um desejo da Isabel, que essas cinzas fossem jogadas onde as cinzas do avô foram jogadas”, enfatizou Lucas, que teve um filho com Isabel Veloso: o pequeno Arthur, de um ano.
“E eu quero falar que a gente vai sempre levar esse legado da Isabel. Não só o nome, mas o carinho e a força que ela deixou para nós. E, como forma de agradecimento, sempre que vocês precisarem, sempre que vocês tiverem algumas dúvidas, precisarem de uma força, a gente sempre vai estar aqui para abraçar e mostrar que a Isabel foi uma luz muito forte. E vai ser uma luz muito forte ainda na nossa vida. E não vamos deixar esse fogo que tem no nosso coração apagar”, concluiu.





















