
A safra brasileira de maçã 25/26 entra em um novo patamar de produtividade e qualidade. A produção registra crescimento superior a 20% em relação ao ciclo anterior, impulsionada pelo uso de tecnologias avançadas no manejo fitossanitário e pelo controle mais eficiente de doenças nos pomares.
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O resultado é uma fruta mais competitiva e com presença ampliada em mercados internacionais exigentes. A colheita avança nos principais polos produtores do país, concentrados no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
“Nove em cada 10 maçãs consumida pelos brasileiros sairá principalmente dos campos de produção do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O Brasil, além de ter hoje a autossuficiência na produção da cultura, também exporta para mais de 40 países do mundo, inclusive mercados exigentes, como Europa, Ásia e Oriente Médio”, explica o engenheiro de desenvolvimento de mercado da Ihara, Rudimar Spannemberg.
Desafios
Para alcançar esse desempenho, o produtor enfrenta desafios ao longo de todo o ciclo da cultura, desde o inverno, com a saída da dormência, até o período de colheita.
Um dos principais é o controle da sarna da macieira, considerada a doença mais severa da cultura. O manejo fitossanitário assertivo é fundamental para preservar a produtividade, a qualidade dos frutos e a posição do Brasil no mercado internacional.
De acordo com Spannemberg, o uso combinado de tecnologias e ferramentas adequadas ao longo da fase vegetativa tem garantido frutos no ponto ideal de colheita. O trabalho começa meses antes, com planejamento e acompanhamento técnico, refletindo diretamente no avanço da safra e no padrão elevado da maçã brasileira nesta temporada.
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