A mentora e destaque da Rosas de Ouro, Ana Paula Diniz, promete levar para o Sambódromo do Anhembi hoje uma proposta que foge do tradicional “Carnaval ostentação”. Inspirada no conceito “Sacerdotisa de Atlântida”, sua fantasia representa a conexão entre espiritualidade, natureza e conhecimento ancestral, transformando o figurino em conceito puro.
Ana Paula virá à frente de um carro que remete à antiga civilização de Atlântida, apresentada não como um reino destruído, mas como uma memória esquecida do equilíbrio entre humanidade, tecnologia e natureza. “Atlântida não é ruína, é memória. Minha fantasia é uma homenagem às guardiãs do oceano e do conhecimento ancestral. Cada detalhe foi pensado como mensagem”, explica.
O figurino é todo em azul-turquesa e índigo, cores que simbolizam as águas sagradas, a intuição e a profundidade espiritual, além de aplicações de cristais e elementos dourados que representam sabedoria e consciência. Segundo a musa, o visual não está ligado à ostentação, mas ao conceito. “O dourado não é excesso, é consagração. Minha proposta é mostrar que a fantasia também pode ser posicionamento”.
A fantasia reforça ainda a mensagem que Ana Paula leva em seu trabalho como mentora, conectando o desfile à ideia de protagonismo feminino e reconexão com a essência. “A água ensina a fluir sem perder profundidade. Essa fantasia fala sobre equilíbrio, força que respeita, poder que não domina. Além da fantasia, escolho consciência”, afirma.
Para a avenida, o figurino passou por adaptações estruturais que priorizam movimento, leitura visual e conforto durante o desfile, mantendo o conceito original da criação e a proposta simbólica que marca sua estreia no Carnaval de São Paulo.












