Vera Fischer utilizou suas redes sociais para anunciar que está voltando para as novelas, após uma distância de oito anos. Ela entrará no elenco de Êta Mundo Melhor!, como uma personagem bastante aclamada e importante.
“Em março, estou de volta às novelas da TV Globo, na reta final de Êta Mundo Melhor!, como Rosalinda, a rival do passado de Cunegundes. Sim… a Miss Piracema venceu. E promete causar, com muito humor, claro. Às vezes, a única ficção mesmo é a fake news. Eu sigo trabalhando, feliz e prontíssima”, disse a eterna Helena de Laços de Família.
Vera Fischer não participava de novelas desde 2018, quando fez Espelho da Vida. Após o novo papel, ela promete se dedicar à televisão.
“O meu sucesso veio com as novelas, com a televisão. Claro que o cinema e o teatro corroboraram o sucesso, mas tem que ficar muito clara uma coisa: eu quero fazer televisão. Vou pedir para fazer personagens bonitos, importantes, vilãs, moças, mulheres, pessoas. Alguma coisa que importe para mim e para vocês”, disse.
Vera Fischer já falou sobre inveja nas telenovelas
Em visita ao Encontro com Patrícia em 2025, ela falou sobre o seu eterno papel de Helena, de Laços de Família (2000), onde viveu uma mãe que postergou sua vida amorosa com Eduardo, na trama vivida por Reynaldo Gianecchini, para “cedê-lo” para a filha, Camila (Carolina Dieckmmmann) que logo enfrentou uma leucemia e comoveu o país.
“Eu acho que a minha Helena foi muito corajosa, muito sofredora, porque ela passou por mil problemas. Foi expulsa de casa, precisou se reerguer, abriu uma clínica de estética e a filha voltou de Londres e se apaixonou pelo namorado dela. A gente já viu histórias horrendas de mães que roubaram namorados da filha. E, na época, gravávamos cenas grandiosas”, contou.
A artista revelou que passou por situações delicadas quando iniciou sua trajetória, principalmente, pelo machismo e pelo fato de ser extremamente bonita.
“Existia muito machismo, existe até hoje. Passei por isso. Tinha que deslizar por muitas coisas. E tinha uma parte do lado feminino que era ciumenta: ‘Como é que ela vai ser boa atriz sendo bonita? Não pode!’ Naquela época, ou era uma coisa, ou outra. Eu era invejada por um lado e cobiçada por outro. Dava força para o meu trabalho, mas, na minha vida, eu ficava mais solitária”, contou em sua participação no programa matinal.

















