Oruam critica operação após mãe ser considerada foragida

Márcia, mãe de Oruam, nega que filho planeja fugir do paísReprodução/Instagram

O rapper Oruam se pronunciou nas redes sociais após sua mãe. Márcia Gama, ser considerada foragida em uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho (CV).

A investigação apura a participação de familiares do traficante Marcinho VP, na estrutura da facção criminosa, incluindo Landerson Nepomuceno, sobrinho de Marcinho.

  • Veja também: Oruam vira réu a revelia, entenda o que significa

Crítica de Oruam

A declaração de Oruam, publicada nesta quarta-feira (11) nas redes sociais do artista, após Márcia não ser localizada durante a Operação Contenção Red Legacy, conduzidas por agentes da Delegacia de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Dcoc-LD).

Nos stories do Instagram, Oruam afirmou que tristeza ao criticar a investigação, e afirmou que sua família estaria sendo alvo por motivos políticos, já que é ano de eleição, o rapper afirma que “eles” são capazes de tudo para ganhar votos.

Declaração de OruamReprodução/Instagram

“Triste ver eles fazendo política em cima da minha família. Minha mãe sofreu tanto, não merece isso. Para me atingir, estão atacando meu bem mais precioso. O sistema é nojento”, escreveu o artista.

Oruam também é considerado foragido

O rapper também é considerado foragido da Justiça, já que sua tornozeleira eletrônica está desligada desde o dia 1º de fevereiro.

Atualmente, Oruam é réu por duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis durante uma operação realizada em julho do ano passado. Além de responder por outros crimes como, resistência, desacato, ameaça e dano qualificado.

Investigação cita familiares de Marcinho VP

De acordo com os investigadores, familiares do traficante teriam participação direta no funcionamento do Comando Vermelho (VP).

Márcia Gama, mãe de Oruam, é apontada como uma das responsáveis por intermediar interesses da facção fora do sistema prisional, atuando como uma ponte de comunicação entre os integrantes do grupo.

Sobrinho de Marcinho VP, Landerson Nepomuceno, também é investigado na operação. Segundo o Jornal Extra, Landerson faria a ligação entre chefes da facção, integrantes que atuam em comunidades dominadas pelo grupo e atividades utilizadas para geração de recursos.

Marcinho VP

O traficante Marcinho VP está preso desde 1996, cumprindo pena de crimes como tráfico de drogas e homicídio.

Ele é apontado como um dos chefes do Comando Vermelho e integrante de um conselho que orientaria decisões estratégicas da organização criminosa, mesmo encarcerado. 

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