Projeto oferece coleta para mapeamento genético em Salvador; saiba como participar

Projeto oferece coleta para mapeamento genético em Salvador; saiba como participar

Projeto Gen-t

O projeto “gen-t do Brasil” segue com atividades em Salvador, onde realiza a coleta de dados para o mapeamento genético da população brasileira. A iniciativa prevê a análise do DNA de 200 mil pessoas em todo o país.

Na capital baiana, as atividades são realizadas no Senai Cimatec. Os participantes passam por coleta de sangue e respondem a uma sondagem.

Segundo a organização, os procedimentos seguem protocolos de segurança, confidencialidade e as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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Moradores de Salvador e região podem participar de forma voluntária. Para isso, é necessário:

ter 18 anos ou mais;

preencher um questionário de saúde;

agendar a coleta no site oficial do projeto;

comparecer ao local no dia e horário marcados, com jejum de 8 a 12 horas.

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O projeto é concebido e liderado por pesquisadores brasileiros, como a geneticista da Universidade de São Paulo (USP), Lygia da Veiga Pereira, referência internacional em genética humana. O objetivo final é criar o maior banco genético da América Latina, reunindo informações que irão subsidiar estudos em genética médica, o desenvolvimento de novos medicamentos e avanços na medicina de precisão.

A iniciativa busca, ainda, preencher lacunas deixadas por séculos de desigualdades sociais que invisibilizam populações negras e indígenas na pesquisa científica, como destaca a professora Lygia Veiga.

“Conhecemos, dos nossos livros, como somos um país miscigenado. Nossa população é o resultado dessa mistura de DNA indígena, europeu e africano. Se a gente não conhecer o DNA brasileiro, a população brasileira não vai poder aproveitar essa grande medicina.”

Os voluntários têm acesso a exames laboratoriais periódicos, como hemograma, glicemia e colesterol, além de relatórios com base nos dados coletados. Também está prevista a entrega de um relatório de ancestralidade genética no terceiro ano de acompanhamento.

De acordo com a coordenação, os dados obtidos devem ser utilizados em estudos sobre doenças, diagnósticos e terapias, além de pesquisas sobre a composição genética da população brasileira.

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