Filha de Ana Maria Braga pede medida protetiva em separação

Mariana Maffeis tornou público o fim do casamento recentementeReprodução/Internet

Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, tornou público nos últimos dias o fim de seu casamento com Badarik González, embora a separação tenha ocorrido há cerca de dois meses. Durante o processo, a empresária solicitou uma medida protetiva contra o ex-marido. Desde então, os dois mantêm contato apenas por intermédio de advogados. Badarik González afirmou que não consegue ver os dois filhos do casal e disse aguardar a oportunidade de apresentar sua versão sobre o caso. O professor de ioga também declarou que ainda não assinou o divórcio.

“O que estão dizendo para eles? Não estou na Colômbia, estou no Brasil. Meus filhos têm direito a um pai. Medida protetiva é algo delicado. Por que não me investigam, então? Não escutaram minha versão (…) Sempre fui um pai presente. Nunca bati nos meus filhos”, afirmou, emocionado. Na sequência, ele explicou por que ainda não formalizou o divórcio. “Não consegui conciliação. Não quero atacar ninguém, amo minha esposa, se é que posso falar assim… Eu não assinei o divórcio porque não posso assinar um documento com o que está escrito. Não sou criminoso, não vou cair nessa pegadinha, não tenho antecedentes em nenhum lugar no mundo (…). Não vou ficar de brincadeira com as leis”, declarou.

Mariana Maffeis relata motivos da separação

Mariana Maffeis afirmou que percebeu que não era mais possível manter o relacionamento. A empresária também refletiu sobre padrões que identifica em seus relacionamentos e comentou que a condição financeira de sua família costuma influenciar a dinâmica das relações. “Eu percebi que realmente eu não poderia mais o ter como companheiro. Isso é dolorido, mas também é libertador. Infelizmente, havia se apresentado também um processo de acomodação. Não da relação, mas da pessoa em si, com as facilidades que encontrou ao meu lado. Parece que é um karma meu”, disse. A filha de Ana Maria Braga também afirmou que o relacionamento havia perdido o diálogo. “A mulher madura, ela quer sossego, mas ela não encontra sossego e ela finge que acredita ainda que vai encontrar, na verdade, ela quase que acredita. Mas aí cada vez mais o sossego fica mais distante. Os momentos bons foram ficando raros. Um relacionamento, quando perde totalmente o diálogo, não sei se ele chegou a ter, mas é difícil para nós mulheres continuarmos nos aventurando numa terra inóspita”, concluiu.

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