O famoso escândalo do Banco Master vai pegar artistas, influenciadores e políticos, todos no mesmo saco.
O banqueiro Vorcaro não tinha ideologia.
Ele tinha em mente apenas a compra de pessoas, independentemente de ideologia.
Para Vorcaro, as pessoas compradas que fossem autoridades, ou artistas ou politicos , ou influenciadores ou ameaçadores, todos estavam no mesmo saco, independentemente de quem fosse quem.
Eram todos considerados um ativo comprado por Vorcaro. Ninguém comprado era aliado político.
Todos eram considerados seus subalternos, e assim ele tratava a todos.
Não tem mais jeito
No momento em que os nomes aparecerem, o mercado não vai esperar a decisão da Justiça sobre este ou aquele para reagir.
O mercado reage a cada dia de acordo com o que a mídia publica ou é revelado.
Exatamente pelo fato de Vorcaro não ser um banqueiro com origens em banco ou em outra empresa, mas apenas o filho de um pai rico, e pela capacidade que ele percebeu ter de comprar pessoas, entendendo o quanto elas queriam ser compradas por dinheiro, o cenário nada tem a ver com as realidades tradicionais dos bancos.
Quando se divulgou que Vorcaro queria dar um jeito de ajudar a sua namorada, tentando resolver a situação com o ex-marido dela, que era pai do filho, ali, naquele momento, uma coisa ficou em voga.
Não importava quem fosse o adversário, o que importava era acabar com o adversário.
Justiça
Autoridades sempre são as últimas a aparecer, como já vimos antes no mensalão e no petrolão.
Agora, no caso do Master, isso não deve ser diferente.
As autoridades têm a capacidade de se esconder por mais tempo que os outros.
Então, pelas prioridades, devem aparecer primeiro os influenciadores que teriam recebido dinheiro de maneira direta ou indireta para defender Vorcaro ou o Banco Master.
Depois devem aparecer políticos de menor prestígio, que serão colocados em cena por não terem quem os proteja.
Vai começar o show.






