Ex-jogador é condenado por expor relação com filho da ex-mulher

Justiça condena Amaury Nunes a pagar R$ 30 mil a Karina BacchiReprodução YouTube

O ex-jogador Amaury Nunes foi condenado pela Justiça de São Paulo a pagar uma indenização de R$ 30 mil à atriz Karina Bacchi. A decisão foi motivada por declarações feitas pelo ex-atleta durante participação em um podcast, nas quais ele mencionou, ainda que de forma indireta, o filho da artista.

Segundo a decisão judicial, Amaury fez comentários públicos sobre a criança, com quem conviveu desde o nascimento até os cinco anos de idade. As falas ocorreram mesmo após o fim do relacionamento com Karina e a existência de uma proibição de contato com o menino.

O entendimento foi de que houve exposição indevida do menor. O Ministério Público apontou que, ainda que o nome da criança não tenha sido citado, o contexto das declarações poderia comprometer sua privacidade.

Declarações em podcast

Durante a entrevista, Amaury falou sobre o vínculo afetivo construído ao longo dos anos. Ele afirmou que, independentemente do que a Justiça determinasse, continuaria considerando o menino como filho.

As declarações foram interpretadas como sensíveis, especialmente por tratarem de uma criança envolvida em um processo judicial e fora do convívio com o ex-jogador.

Amaury Nunes, Karina Bacchi e EnricoReprodução Instagram

Relação afetiva e impacto emocional

Amaury também relembrou experiências pessoais e destacou o impacto emocional da convivência com crianças em sua trajetória. Segundo ele, o contato com filhos de relacionamentos anteriores despertou o desejo de exercer a paternidade.

O ex-atleta afirmou ter construído uma relação genuína com o menino e disse que o vínculo afetivo foi marcante em sua vida.

Separação e fim do contato

Karina Bacchi e Amaury Nunes se separaram em 2022. À época, a atriz chegou a oferecer a possibilidade de adoção do filho pelo então marido.

Após o divórcio, no entanto, Amaury foi impedido de manter contato com a criança. A decisão judicial reforçou a necessidade de preservar a intimidade do menor.

A Justiça acatou o pedido do Ministério Público e considerou inadequada a exposição pública da criança, mesmo sem identificação direta. Ainda cabe recurso por parte do ex-jogador.

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