Stenio Garcia, aos 93 anos, atravessa um momento delicado em sua vida pessoal. Ao lado de sua esposa, Mari Saad, o veterano contou que passa por uma grande crise financeira. Para mudar a situação, ele decidiu ir à Justiça contra as próprias filhas, frisando que elas estariam usando seu patrimônio sem repassar o combinado.
O ator mora com a esposa em uma casa na Zona Oeste do Rio, pertencente à família de Mari. Juntos há mais de 20 anos, o casal vive da aposentadoria de Stenio Garcia, na faixa de R$ 7 mil, e com auxílio da família de Saade.
“A aposentadoria não é nada praticamente. A minha profissão não rende muito”, disse o famoso em entrevista ao Domingo Espetacular, da TV Record.
Mari reforça que o esposo não fez nenhuma poupança enquanto trabalhava na TV Globo. Ela ressalta que o mesmo ajudou muito toda a família.
“A gente tem que fazer um planejamento financeiro. Eu acho que o Stênio não fez isso. E ele falava: ‘eu adoro receber e dar meu salário’. Ele sempre ajudou a família toda. Qual é a culpa do Stênio? Ele achou que era imortal”, continuou a esposa do famoso.
A confusão começou ano passado e envolve as duas filhas do artista, Cássia e Gaya, frutos do relacionamento com a atriz Clarice Piovesan. O problema envolve um apartamento em Ipanema, um dos bairros mais requisitados da capital carioca.
Logo, a briga inicia em torno da divisão da renda gerada pelo apartamento. Embora Stenio tenha doado o imóvel para as filhas em 1986, o documento de doação garante a ele o direito de usufruto vitalício.
“Quando uma pessoa doa o imóvel, mas mantém para si, reserva para si o usufruto, ela doou a propriedade daquele imóvel, mas ela reservou para si o direito de morar nele, de alugar, de poder ter a posse direta, ou seja, de estar naquele imóvel, usar aquele imóvel, ter os frutos daquele imóvel”, disse o representante do artista.
Quem é Stenio Garcia?
Stenio Garcia é um grande nome da teledramaturgia brasileira, com grandes produções como a novela Cabocla em 1976, Que Rei Sou Eu? em 1989 e o seriado Carga Pesada ao lado de Antônio Fagundes entre 1979 a 2003.











