Os cachês dos próximos três shows de Belo, 51, serão confiscados para garantir o pagamento de uma dívida trabalhista que ultrapassa os R$ 230 mil. A decisão foi tomada pela Justiça do Trabalho de São Paulo e protocolada pelo juiz Jefferson do Amaral Genta, titular da 36ª Vara.
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Segundo o processo, 30% dos ganhos correspondentes à apresentações que Belo fará em eventos previstos para acontecer nas cidades de São Paulo (nos dias 17 abril e 15 de maio) e Leopoldina, em Minas Gerais (no dia 2 de maio) deverão ser penhorados em favor de um ex-funcionário do músico.
A decisão ainda prevê um possível acionamento da Polícia Federal (PF), caso as empresas responsáveis pela venda dos ingressos não cumpram a determinação.
Belo se pronuncia sobre bloqueio de cachês
A equipe de Belo se pronunciou e informou que o processo trata de uma empresa com mais de 30 anos de atuação. O comunicado enviado à colunista Fábia Oliveira ainda detalhou que as decisões judiciais determinam a paralização de apenas uma parte dos cachês em questão, e não a penhora total dos valores recebidos pelo músico em cada uma das apresentações citadas.
Confira a nota completa:
“Em relação à matéria publicada sobre a ação trabalhista envolvendo o cantor Belo, é importante esclarecer que se trata de uma empresa com mais de 30 anos de atuação. Dentro desse período, é natural a existência de processos trabalhistas, especialmente em um segmento em que a legislação muitas vezes não acompanha a dinâmica do mercado.
Ainda assim, a empresa vem conduzindo acordos em todos os processos existentes, embora esses trâmites demandem tempo até sua completa resolução.
Sobre manifestações recentes atribuídas à gestão, é importante pontuar que algumas informações estão sendo divulgadas sem o devido conhecimento dos fatos. Antes de qualquer posicionamento público, é fundamental buscar entendimento completo sobre os termos do processo.
Cabe também esclarecer que as decisões judiciais determinam o bloqueio de até 35% dos ganhos do artista, e não a paralisação integral das atividades, como foi sugerido.
Reforçamos a importância de apuração responsável antes da divulgação de informações”.














