Adriana Araújo revela que sentiu medo após saída da Record

Adriana Araújo afirma viver seu auge profissional no Jornal da BandReprodução/Internet

Adriana Araújo afirma que vive um auge profissional inesperado como apresentadora do Jornal da Band, função que ocupa desde 2023. Aos 54 anos, a jornalista avalia que alcançou maior consciência sobre seu papel na televisão. Seus comentários no principal telejornal noturno da Band também ultrapassam com frequência o público habitual da atração e alcançam repercussão nas redes sociais. “Eu digo que estou no meu auge da consciência, da maturidade da função que eu tenho”, afirma a jornalista. Adriana Araújo também recordou as negociações com a Band, iniciadas em dezembro de 2021, poucos meses depois de sua demissão da Record. Na época, a apresentadora chegou a acreditar que não teria mais espaço para continuar sua carreira na televisão. “Eu cheguei a pensar que TV tinha acabado para mim. Imediatamente, depois que eu fui demitida da Record, eu não via um caminho”, admite. Com o distanciamento daquele período, a âncora acredita que teria encontrado outra possibilidade profissional caso não retornasse à televisão. “Quieta não ia ficar, iria me reinventar”, declarou a jornalista no programa de entrevistas Olho no Olho, da Folha de S.Paulo.

Adriana Araújo explica comentários no Jornal da Band

No Jornal da Band, Adriana Araújo afirma que seus comentários partem de ideias próprias, mas passam por um alinhamento com seus superiores antes de chegarem ao público. “É tudo escrito a quatro mãos. Mas é minha opinião que está ali”, afirma. A jornalista também destacou o cuidado que mantém com aquilo que defende no ar: “Eu não falo nada em que eu não acredite. Minha vida é buscar palavras” A apresentadora também defendeu que mulheres que conquistaram posições profissionais ajudem outras que ainda buscam espaço. Como exemplo, citou Lillian Witte Fibe, ex-âncora do Jornal Nacional, da Globo, como uma figura essencial para seu avanço profissional quando trabalhava em Minas Gerais e ainda procurava oportunidades para atuar como repórter em rede nacional. “A Lillian me deu chances de ser repórter de rede quando ninguém queria me dar chances como repórter, ainda em Minas Gerais. Nunca contei isso, mas nunca estaria aqui se não fosse por ela”, afirma. Ao recordar o apoio recebido, Adriana Araújo relacionou sua própria experiência ao papel que profissionais estabelecidas podem exercer ao abrir oportunidades para outras mulheres no mercado.

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