A jornalista Adriana Araújo, de 54 anos, encantou os seguidores na segunda-feira (7) ao resgatar fotos de sua juventude e publicá-las nas redes sociais. A âncora do “Jornal da Band” aproveitou a onda de famosas que usaram inteligência artificial para criar imagens delas próprias usando roupas, cabelos e maquiagens populares na década de 80, para mostrar como ela era durante esse período.
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Nas imagens, a jornalista aparece durante a adolescência, ostentando um visual típico dos anos 80: cabelos volumosos com franjinha, maquiagem com batom vermelho e olhos marcados, e usando um vestido vermelho bordado com lantejoulas e decote profundo nas costas.
Na legenda da publicação, a apresentadora brincou sobre não precisar usar a inteligência artificial para participar da trend, que vem fazendo sucesso entre famosas como Virginia, Fernanda Paes Leme e Patrícia Poeta. “De volta aos verdadeiros anos 80! Não preciso da IA porque já andei por essas bandas”, escreveu Adriana.
A postagem fez sucesso entre os fãs da jornalista, que exaltaram sua beleza nos comentários. “Linda e com ombro de atleta desde sempre”, destacou um. “Sempre foi linda”, elogiou outro. “O tempo só te valorizou”, escreveu um terceiro seguidor da apresentadora.
Adriana Araújo diz viver seu auge profissional na Band
Durante sua participação no programa de entrevistas “Olho no Olho”, da Folha de S. Paulo, Adriana Araújo abriu o jogo sobre o status da carreira. Aos 54 anos, a jornalista afirmou estar vivendo um inesperado auge profissional no comando do “Jornal da Band”.
No bate-papo, ela relembrou as negociações para fechar com a Band, em dezembro de 2021, meses após ser demitida pela Record. “Eu cheguei a pensar que TV tinha acabado para mim. Imediatamente, depois que eu fui demitida da Record, eu não via um caminho”, admitiu. Hoje, após alguns anos, ela afirma que certamente encontraria uma saída: “Quieta não ia ficar, iria me reinventar”.
A jornalista ainda afirmou que seus comentários, que frequentemente furam a bolha e viralizam na internet, costumam surgir de ideias próprias, porém, são sempre alinhados com seus chefes na Band. “É tudo escrito a quatro mãos. Mas é minha opinião que está ali. Eu não falo nada em que eu não acredite. Minha vida é buscar palavras”, disse.
Adriana ainda falou sobre a luta para que as mulheres que já ocupam cargos mais altos ajudem aquelas que ainda estão buscando seu lugar ao sol. Ela usou a própria experiência e contou que recebeu auxílio de Lilian Witte Fibe, ex-âncora do Jornal Nacional, da Globo.
“A Lillian me deu chances de ser repórter de rede quando ninguém queria me dar chances como repórter, ainda em Minas Gerais. Nunca contei isso, mas nunca estaria aqui se não fosse por ela”, revelou a jornalista.












