Uma aparição recente de Suzane von Richthofen ao lado da família trouxe novidades sobre a sua rotina fora dos presídios. Em uma das raras imagens divulgadas desde que passou a cumprir pena em regime aberto, em janeiro de 2023, ela aparece junto ao marido, o médico Felipe Zecchini Muniz, e ao filho do casal, atualmente com dois anos de idade.
Mais do que o registro fotográfico, chamou a atenção a recente escolha do casal sobre a exposição da família. A Netflix planeja lançar no último trimestre de 2026 um documentário inédito com o título provisório de “Suzane Vai Falar”, focado na vida atual e na versão de Suzane von Richthofen sobre o assassinato de seus pais em 2002. Para o projeto, ela autorizou a inclusão da imagem do filho e do companheiro.
Exposição pública do filho
A participação no documentário marca apenas a segunda vez em que a criança será vista publicamente. Até então, o único registro conhecido do menino datava de seus primeiros meses de vida, quando foi fotografado no colo da mãe durante um evento escolar das irmãs. Muniz detém a guarda das três filhas de um relacionamento anterior, com idades entre oito e 13 anos, que residem na mesma casa com o casal e o caçula.
O crime, ocorrido em 2002 com a participação dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, chocou o país tanto pela gravidade dos fatos quanto pelo perfil socioeconômico da família. Devido ao homicídio dos pais, Suzane foi declarada indigna e perdeu o direito ao patrimônio familiar, estimado em R$ 10 milhões na época, repassado integralmente ao irmão mais novo, Andreas.
Cachê e acordo financeiro
Embora a plataforma de streaming mantenha sigilo oficial sobre os contratos de suas produções, informações de bastidores indicam que Suzane teria recebido cerca de R$ 500 mil para dar seu depoimento exclusivo e autorizar o uso de imagens pessoais. O acordo envolve regras de confidencialidade e exclusividade, impedindo a concessão de entrevistas para veículos concorrentes durante o período estipulado pela empresa.











