Uma influenciadora alemã contou que uma funcionária da companhia aérea Lufthansa impediu que ela embarcasse em um voo da Alemanha para a Áustria porque estava com pouca roupa.
A história ganhou o mundo todo, e as críticas contra a empresa aérea vieram.
A influenciadora, de 25 anos, usava apenas um top e um short curto de elastano, justo nas pernas.
Ela disse que a funcionária da companhia aérea a fez sentir como uma “cidadã de segunda classe”.
Consultada pela imprensa alemã, a Lufthansa afirmou que, por motivo de proteção de dados, não se manifesta sobre passageiros específicos. Mas, de modo geral, espera roupas “compatíveis com o caráter de uma viagem pública”.
Em seus termos e condições, a empresa estabelece que pode negar o transporte por motivos de ordem pública ou para preservar a segurança, a saúde e o bem-estar de outros passageiros. Mas não existem regras específicas sobre quais peças de roupa podem ser usadas.
Hoje em dia, a gente vê homens viajando de camiseta sem mangas.
E, em 1980, era proibido entrar em um avião da Pan Am de calças de brim.








