Aos 53 anos, Reynaldo Gianecchini aproveitou uma passagem por Goiânia, em Goiás, para incluir um cuidado estético em sua agenda.
O ator, que está em cartaz com o espetáculo Um Dia Muito Especial, realizou um tratamento facial que combina duas tecnologias voltadas ao estímulo da produção de colágeno, com o objetivo de melhorar a firmeza da pele e suavizar linhas finas.
O procedimento foi realizado pelo dermatologista Bruno Albernaz, que utilizou a radiofrequência monopolar Coolfase associada ao ultrassom microfocado Liftera.
A combinação busca atuar em diferentes profundidades dos tecidos, respeitando as características do rosto e preservando seus contornos naturais.
“O protocolo que fizemos no Giane associa duas tecnologias: a radiofrequência monopolar Coolfase e o ultrassom microfocado Liftera. A proposta é estimular o colágeno em diferentes camadas da pele, promovendo uma melhora da firmeza, das linhas finas e da sustentação facial, com um resultado natural”, explica o Dr. Bruno Albernaz.
Como funcionam as tecnologias utilizadas pelo ator?
Embora tenham objetivos semelhantes, as duas tecnologias apresentam mecanismos de ação diferentes.
A radiofrequência monopolar utiliza energia térmica para estimular processos relacionados à produção de colágeno, enquanto o ultrassom microfocado permite direcionar energia a profundidades específicas dos tecidos.
Segundo o dermatologista, a associação pode ser considerada quando a avaliação identifica a necessidade de trabalhar diferentes aspectos da firmeza e da sustentação facial.
Entretanto, a escolha dos parâmetros e a indicação de cada tecnologia dependem das características individuais do paciente.
O tratamento faz parte das alternativas não cirúrgicas utilizadas para melhorar determinados sinais do envelhecimento da pele.
Isso não significa, porém, que seus resultados sejam equivalentes aos de uma cirurgia plástica ou que todas as pessoas apresentem a mesma resposta.
Procedimento permite retorno à rotina?
Uma das características destacadas pelo especialista é a possibilidade de retomar as atividades habituais após a aplicação, sem necessidade de um período prolongado de afastamento.
“É um tratamento que você faz e pode sair do consultório direto para uma festa, por exemplo, porque não tem um pós-procedimento que atrapalhe a rotina”, afirma o médico.
Apesar dessa característica, a recuperação pode variar conforme a sensibilidade da pele, os parâmetros utilizados e a resposta individual.
Por isso, as orientações após o procedimento devem ser definidas pelo profissional responsável.
Quando os resultados começam a aparecer?
Diferentemente de procedimentos que promovem alterações imediatas no volume ou no contorno facial, os tratamentos voltados ao estímulo de colágeno dependem de processos biológicos que acontecem gradualmente.
De acordo com Bruno Albernaz, a melhora da firmeza e da qualidade da pele não aparece necessariamente no mesmo dia da aplicação.
A evolução depende de fatores como idade, grau de flacidez, características dos tecidos e histórico de tratamentos anteriores.
“Cada paciente exige uma abordagem diferente. Levamos em consideração o grau de flacidez, a idade, os tratamentos prévios e as características da pele. Enquanto algumas pessoas podem precisar de uma única sessão, outras podem se beneficiar de um protocolo com mais aplicações ou de sessões de manutenção ao longo do ano. É um tratamento individualizado”, destaca Albernaz.
A realização do procedimento por Reynaldo Gianecchini também chama atenção para uma questão importante nos cuidados com o envelhecimento facial: a necessidade de avaliar cada rosto individualmente, sem estabelecer um padrão único de resultado.
Embora tecnologias de estímulo de colágeno possam contribuir para melhorar determinados sinais de flacidez, a indicação depende de avaliação médica, expectativas realistas e compreensão dos limites de cada tratamento.






