Em uma entrevista em um podcast onde Luciana Gimenez desabafou sobre aquilo que ela acredita ser verdade, os momentos de sua vida são mostrados em desencanto.
O perfil essencial da entrevista é o vitimismo que ela demonstra ao mundo.
Luciana diz que se sacrificou por mais que duas dezenas de anos ao seu programa de TV.
Vamos primeiro lembrar a ela que em nenhum momento ela estava obrigada a fazer o que quer que fosse.
E televisão a gente faz com amor e não com vitimismo.
Aqui eu pergunto o que ela estava fazendo em Nova York quando foi convidada a fazer o programa.
Não preciso saber a resposta.
Luciana tinha ficado famosa por ser mãe de um filho de Mick Jagger.
E, em uma lista com outras candidatas, disputava a posição.
Ela começou em 15 de janeiro de 2001 substituindo Adriane Galisteu, que aceitou uma proposta irrecusável da TV Record.
Ninguém saberia quem era Luciana não fosse o fato dela ser mãe de um filho de Mick Jagger.
E o fato foi mostrado por todo o mundo.
Então, é lógico que, entre as outras candidatas, todas com experiência em TV, esta relação com Mick Jagger foi o diferencial.
A RedeTV! estava em seu início e, logicamente, dentro da lista de disputa, até eu teria escolhido a Luciana Gimenez.
Em seu desabafo, Luciana Gimenez diz que o seu sacrifício para fazer o programa de TV a levou a não ter amigos.
Então, ela diz que todas as noites tinha que estar presente para apresentar o programa.
Aí está um momento onde ela revela que aquilo era um fardo para ela.
E, em outro momento, ela conta que, depois que se separou de Marcelo de Carvalho, sócio da RedeTV!, ela viu que não tinha amigos.
Será tão difícil ela entender que os amigos eram do Marcelo, que era dono de uma emissora da TV?
Agora, Luciana Gimenez tem tempo à vontade, para voltar a ter amigos, a fazer o que desejar, inclusive não mais fazer um programa de TV, que, pelo que ela descreve, é uma coisa fatigante e pouco realizadora.
A entrevista mostra uma Luciana Gimenez cansada de fazer o que ela fazia.
Ela diz que se sacrificou por 25 anos porque tinha que trabalhar e cuidar do filho.
E vamos entender que ela chegava apenas uma hora antes de começar o programa e ela nem era a editora do programa.
As minhas homenagens às mulheres que acordam de madrugada, duas horas antes de entrar no trabalho, trabalham oito horas ao dia e depois ainda demoram mais 2 horas para estarem em suas casas e sem ter babás ou motoristas.














