Amado Batista reage após aparecer em lista de trabalho escravo

Vereador conduzia trator em obra na fazenda do cantorDivulgação/ Assessoria do artista

Amado Batista, 75 anos, voltou a ficar entre os assuntos mais comentados do momento após uma publicação do governo federal, feita nessa segunda-feira (6). Foi divulgada a atualização da chamada “lista suja” do trabalho escravo, na qual são expostos os nomes de empregadores que supostamente submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão. O nome de Amado Batista aparece nessa lista.

O músico aparece em duas autuações registradas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia (GO). Uma delas envolve o Sítio Esperança, com 10 trabalhadores, e a outra menciona o Sítio Recanto da Mata, com quatro funcionários. Ambas as propriedades estão situadas na BR-060, na zona rural da cidade, e os casos teriam ocorrido em 2024.

A equipe de Amado Batista informou que é “completamente falsa e inverídica” a informação de que 14 trabalhadores teriam sido resgatados de propriedades dele. “Não houve resgate de nenhum trabalhador nas propriedades. Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente”, disse ao Metrópoles.

Além disso, a assessoria também afirmou que “ocorreu uma fiscalização em uma fazenda ‘arrendada’ pelo senhor Amado [Batista] para o plantio de milho, na qual foram identificadas irregularidades na contratação de quatro colaboradores”. Conforme a nota, essas pessoas eram empregadas por uma empresa terceirizada responsável pela abertura da área de plantio.

Em seguida, o texto destaca que foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em 2024 e que as obrigações com os trabalhadores “foram integralmente pagas e quitadas”.

Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

De acordo com o MTE, a fazenda tinha condições precárias de habitação, incluindo falta de cama e local adequado para as refeições, sem mesa e cadeiras, conforme denúncia do Ministério Público do Trabalho (MPT). Como já foi dito, as ações de fiscalização foram realizadas em duas propriedades do artista em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia, em 2024.

“O local não dispunha de camas, sendo que os trabalhadores dormiam sobre colchões no chão; não eram fornecidas roupas de cama nem disponibilizados armários individuais para guarda de objetos pessoais; as condições de higiene do local eram precárias, sendo que sequer havia local para se tomar refeições, com mesas e cadeiras”, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Vale destacar que a lista com o nome do artista foi atualizada na segunda-feira (06) pelo governo federal. Ao g1, o advogado do cantor, Mauricio Carvalho, afirmou que não houve resgate de trabalhadores nas fazendas e que as irregularidades apontadas nas duas propriedades foram “corrigidas”.

Cálita Franciele e Amado BatistaFoto: Reprodução Instagram
Cálita Franciele e Amado BatistaFoto: Reprodução Instagram
Cálita Franciele e Amado BatistaFoto: Reprodução Instagram
Cálita Franciele e Amado BatistaFoto: Reprodução Instagram

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