Gil do Vigor voltou a causar nas redes sociais após comentar sobre um tema que vem provocando cada vez mais discussões entre o público brasileiro: política. Sem papas na língua, o ex-BBB fez questão de esclarecer alguns aspectos importantes do cenário atual como forma de alertar a população.
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Durante o Papo de Segunda, exibido no GNT nesta segunda-feira (8), o economista acabou perdendo a paciência ao analisar os conflitos políticos do momento. Bastante enérgico, o comunicador deixou claro que esse tipo de situação prejudica apenas a população, e não quem realmente ocupa o poder.
Em seguida, o contratado da TV Globo ainda destacou que debater e cobrar faz parte da democracia e, por isso, o povo não pode escolher um partido sem analisar suas propostas.
“Estamos aqui para cobrar, debater e discutir. Isso faz parte da democracia. O problema é quando tomamos partido de forma cega. A polarização política afasta grupos da sociedade e impede que os responsáveis sejam cobrados por políticas públicas ineficientes”, pontuou.
Ainda durante o bate-papo no GNT, o famoso fez um novo alerta sobre a estratégia política de alguns candidatos.
“Muitas vezes, políticos deixam de entregar resultados concretos, mas conseguem votos atacando um lado ou outro. Com isso, perdemos uma capacidade fundamental como sociedade: a accountability, ou seja, a capacidade de avaliar, julgar e punir quem não trabalhou, quem prometeu e não cumpriu”, explicou.

“Quando estamos mais preocupados em ser ‘A’ ou ‘B’, os políticos passam a conquistar apoio pelo conflito, e não pelos seus méritos. E é justamente a avaliação desses méritos que se enfraquece”, acrescentou.
Por fim, Gil do Vigor reforçou, novamente, que isso não é apenas uma opinião sua, mas algo que vários cientistas políticos já vêm discutindo.
“Não sou apenas eu quem diz isso. Diversos cientistas políticos já demonstraram esse fenômeno. Se conseguirmos reduzir a polarização no Brasil, quem ganha é a população, especialmente a população mais vulnerável, que mais depende de políticas públicas eficientes. É nela que devemos pensar como sociedade”, concluiu.
Gil se emociona ao falar da avó
Ainda no mesmo programa, o economista se emocionou ao contar que, em 2012, teve uma experiência religiosa que o alertou de que sua avó paterna havia falecido.
Dois dias antes, a mãe do pernambucano, Jacira Santanna, havia mandado um e-mail informando que a idosa, com quem ele tinha um contato próximo, estava doente.

“Tive um sonho, no qual minha avó andou em minha direção e falou: ‘Meu filho, eu morri’. Lembro com muita clareza que tinha dois homens de branco, que disseram: ‘Nós precisamos levar sua avó, mas ela não quer ir'”, relembrou.
Gil, então, disse que conversou com a avó, pedindo que ela seguisse seu caminho sem se preocupar com o que havia deixado para trás. “Acordei e falei: ‘Minha avó faleceu’. Uma hora depois de conversar com meu colega de missão, o presidente [da igreja] liga e fala: ‘Ligue para sua mãe, a sua avó faleceu'”, recordou ele, com a voz embargada.
“Tenho esse conforto muito grande dentro de mim que, de alguma forma, minha avó precisava daquilo. Meu pai sempre foi uma preocupação muito grande para ela. Depois tive outro sonho para me confortar”, disse.









