Alexandre Silvestre, repórter da TV Gazeta, quase entrou para as estatísticas de roubo. O jornalista sofreu uma tentativa de roubo enquanto estava ao vivo em frente ao CT do São Paulo Futebol Clube, na Avenida Marquês de São Vicente, na capital paulista. Ele falava sobre notícias envolvendo o técnico do tricolor, Hernán Crespo, e o River Plate, da Argentina, quando tudo aconteceu.
“Eu quase fui roubado agora por esse rapaz que acabou de passar aqui na Avenida Marquês de São Vicente, mas o celular ficou na minha mão”, disse o comunicador, depois da adrenalina baixar. Algum tempo depois, de volta ao estúdio, uma colega do repórter também falou sobre o fato. “Guarda o celular porque morar em São Paulo não é para principiantes”, afirmou.
Por meio das redes sociais, a conta oficial da Gazeta Esportiva falou sobre o assunto. “O Alexandre Silvestre sofreu uma tentativa de roubo enquanto estava ao vivo. Que bom que está tudo bem com nosso repórter, que não perdeu a compostura! Morar em São Paulo não é para principiantes…”, declarou a emissora.
Como é de se imaginar, o vídeo logo repercutiu nas redes sociais e os internautas deixaram comentários após se depararem com a situação. “Silvestre é fera, foi ligeiro e continuou a reportagem com maestria”, afirmou um. “Logo com o Silvestre? Perdeu playboy”, disse outra. “Ganhou meu respeito esse repórter”, escreveu a terceira.
Índice de roubo em São Paulo
De acordo com a pesquisa da Folha, a capital paulista tem a maior taxa proporcional entre os municípios com mais de 50 mil habitantes, com 858,8 registros, mais do que o dobro da média estadual, que ficou em 361 casos por cada grupo de 100 mil pessoas.
Além disso, bairros com perfis socioeconômicos distintos, tanto na periferia quanto no centro expandido, estão entre aqueles com incidência mais frequente quando o assunto é roubo. A maior cidade do estado é seguida por Itapecerica da Serra (727,97) e Santo André (695,8) no ranking de maior incidência de roubo. Em quarto está Embu das Artes (601,54), também na região metropolitana da capital, e São Vicente, na Baixada Santista, com 592,58 casos a cada 100 mil habitantes.
Ainda que sejam números alarmantes, conforme a Secretaria de Segurança Pública, os roubos apresentaram queda de 16% entre 2024 e 2025, o equivalente a 32.348 roubos a menos. Segundo os dados, foram 161.310 registros, a menor marca desde 2001, quando teve início a série histórica. No ápice de roubos, em 2016, São Paulo chegou a registrar 323.274 casos.

















