Ela voltou! As noites de domingo ganham um novo rosto a partir da segunda quinzena de abril na TV Cultura. Tainá Müller é a nova apresentadora do Café Filosófico, programa que completa 23 anos no ar e passa por uma reformulação de formato e identidade visual na emissora, em parceria com o Instituto CPFL. O programa vai ao ar aos domingos, às 20h.
Conhecida do grande público por protagonizar a série “Bom Dia, Verônica”, além de passagens marcantes por novelas e pelo cinema, Tainá retorna à função de apresentadora em um momento de virada na carreira. Jornalista de formação, ela revela que o convite despertou uma nostalgia profissional e uniu duas paixões: a comunicação e o pensamento crítico. “Eu comecei como apresentadora, sou jornalista, e durante a minha carreira de atriz senti saudades da época em que fazia entrevistas. Quando chegou a proposta do ‘Café Filosófico’, foi a combinação perfeita do que eu queria fazer nesse momento”, afirmou.
Surpresos, mas não chocados!
A escolha da atriz dialoga diretamente com o DNA do programa. Durante a pandemia, Tainá cursou uma pós-graduação em Filosofia Contemporânea pela PUC-Rio e sempre foi telespectadora assídua da emissora. Agora, além de mediar as conversas, ela também interage com os convidados e com a plateia, em um formato mais dinâmico e envolvente.
Segundo Beth Carmona, vice-presidente da TV Cultura, a chegada de Tainá simboliza um momento de renovação do canal. “Hoje precisamos refletir sobre a sociedade e os desafios do mundo contemporâneo. Ter o ‘Café Filosófico’ em um formato mais atraente cumpre essa missão”, destacou.
Mais mudanças
O programa estreia com nova identidade visual, incluindo cenário, vinheta e artes gráficas. Para Daniella Ortolani Pagotto, head do Instituto CPFL, a atualização acompanha as transformações da sociedade sem perder a essência do projeto. “Desde o início, o Café Filosófico é pioneiro ao levar temas contemporâneos para a TV de forma profunda e acessível”, afirmou.
Além da nova fase na televisão, Tainá vive um momento de expansão artística. Em 2025, ela estreou como diretora no documentário “Apolo”, vencedor de prêmios importantes e bem recebido pela crítica. Agora, à frente de um dos programas mais tradicionais da TV brasileira, a artista reafirma seu trânsito entre arte, comunicação e reflexão, exatamente no espírito do “Café Filosófico”.
















