O bispo Bruno Leonardo voltou a mobilizar milhares de seguidores ao levantar um tema sensível e urgente: a proteção de crianças dentro das igrejas. Em um vídeo publicado em suas redes sociais, o líder religioso defendeu a adoção de medidas mais rígidas para garantir a segurança nos espaços destinados ao público infantil.
Durante a fala, ele chamou atenção para a necessidade de critérios mais rigorosos na escolha de pessoas responsáveis por crianças. “Todas as pessoas que cuidam de crianças na igreja, eu exijo antecedentes criminais. Porque nós temos que ter cuidado com as nossas crianças”, afirmou.
O bispo também destacou a importância de monitoramento e vigilância constante nesses ambientes. “Toda escolinha tem que ter câmera”, disse, ao reforçar que a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das instituições religiosas.
A declaração repercute em um contexto preocupante. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que milhares de crianças e adolescentes são vítimas de violência todos os anos no país, muitas vezes em ambientes considerados seguros e de confiança. Já levantamentos do UNICEF apontam que a violência infantil é uma realidade global, frequentemente marcada pela subnotificação.
Especialistas em proteção infantil defendem que medidas como verificação de antecedentes, supervisão constante e uso de tecnologia são essenciais para reduzir riscos. Em escolas e instituições formais, por exemplo, esses protocolos já fazem parte das diretrizes de segurança.
Com forte presença digital, Bruno Leonardo se tornou uma das principais vozes religiosas nas redes sociais, o que amplia o alcance de suas declarações. Ao abordar o tema, ele também chamou atenção para a necessidade de maior debate dentro das igrejas. “As coisas estão acontecendo e nós temos que vigiar. A igreja tem que abrir os olhos pra isso”, declarou.
A fala reforça uma discussão cada vez mais necessária: como garantir que espaços de acolhimento também sejam ambientes seguros. Em meio a dados alarmantes e casos recorrentes, o tema exige não apenas posicionamentos, mas ações concretas de prevenção e responsabilidade coletiva.











