Dinho, dos Mamonas Assassinas, recebeu convite de Tom Cavalcante

Pai de Dinho revelou convite de Tom Cavalcante ao cantorReprodução/Internet

Hildebrando Alves Leite, pai de Dinho (1971-1996), vocalista dos Mamonas Assassinas, revelou que o cantor recebeu um convite de Tom Cavalcante para participar de um projeto de humor sem a banda. O relato foi feito durante conversa com o apresentador Geraldo Luís. Segundo ele, o humorista enxergava no artista um potencial maior para a comédia do que apenas para a música. Durante a entrevista, Hildebrando refletiu sobre como a carreira do filho poderia ter evoluído caso o acidente aéreo que matou o grupo não tivesse ocorrido em 1996. Na avaliação do pai, Dinho possuía forte vocação artística e poderia ter seguido caminhos diferentes dentro do entretenimento. “Ele estaria separado. Não estaria mais cantando com os meninos. (…) Uma das coisas que digo [que ele estaria fazendo] é cantando. Até para tomar banho, ele ia cantando. O projeto dele com Tom Cavalcante não era de música. Era do meio humorístico”, afirmou.

Humorista?

Na sequência da conversa, Geraldo Luís questionou se o convite havia ocorrido ainda na época de sucesso da banda. “Naquela época, o Tom Cavalcante chamou ele?”, perguntou o apresentador. “O Tom Cavalcante chamou ele para fazer um projeto e disse, ‘Só quero você. Não quero a banda’. Ele assistiu ao show dele e achou que era mais humorista do que cantor”, respondeu o pai do artista. O pai do artista também comentou que acredita que o filho teria se destacado no meio se estivesse vivo. Segundo ele, Dinho reunia carisma e espontaneidade que poderiam levá-lo a diferentes áreas da televisão e do entretenimento.

“Acredito que hoje, ele estaria bonito como sempre. Não tem como ser feio, a mãe dele é bonita. Com certeza era uma das melhores coisas que o Brasil poderia ter como artista. Ele tinha o coração bom, não era apegado ao dinheiro”, disse.

Acidente em 1996

Em 2 de março de 1996, o avião que transportava os integrantes dos Mamonas Assassinas caiu na Serra da Cantareira, em São Paulo. O acidente matou os cinco integrantes do grupo, além de um ajudante de palco, um segurança, o piloto e o copiloto da aeronave. Morreram no local Dinho, Bento Hinoto (1970-1996), Samuel Reoli (1973-1996), Júlio Rasec (1968-1996) e Sérgio Reoli (1969-1996).

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