O jornalista Don Lemon, ex-apresentador da CNN, foi preso na manhã desta sexta-feira (30) em Los Angeles, Estados Unidos, por sua suposta conexão com um protesto que interrompeu um culto em uma igreja em St. Paul, Minnesota.
Segundo a ABC News, a prisão foi confirmada pela Procuradora-Geral Pam Bondi, que afirmou que, além do jornalista, outras três pessoas também foram detidas por ligação com o que as autoridades chamaram de “ataque condenado” a um serviço religioso.
Veja também: Trump defende ação do ICE após nova morte em Minneapolis
O protesto, que aconteceu no dia 18 de janeiro, foi realizado por manifestantes anti-ICE e interrompeu um culto na Cities Church gerou críticas por atrapalhar uma cerimônia religiosa.
Don Lemon estava em Los Angeles, cobrindo o Grammy Awards, quando foi detido por agentes federais.
A defesa de Lemon, Abbe Lowell, disse que o jornalista estava trabalhando no momento do protesto, e que sua atuação é protegida pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de imprensa.
Lowell também afirmou que o caso representa um ataque sem precedentes à liberdade de imprensa e que o jornalista vai lutar contra as acusações nos tribunais.
A ABC News também informa que, uma semana antes da prisão, um juiz federal havia rejeitado a tentativa de acusar Don por falta de provas suficientes que ligasse o jornalista ao crime.
Até o momento, não há detalhes públicos sobre as acusações específicas que foram apresentadas contra Lemon e os outros detidos e nem sobre quando ocorrerá os próximos passos no processo legal.














