Até os famosos mais estúpidos ou alienados estão espantados com as novas coleções de moda que foram lançadas no mercado.
Cada peça parece um lixo e porque não dizer, é um lixo sim, mas assinado por um tresloucado que diz que criou para a grife.
Vejamos, uma roupa de nome Sem Teto, assinada pela Balenciaga, com calça e casado destruídos e rasgados a não mais poder, custam o absurdo de 12 mil dólares (R$ 62,9 mil, na cotação atual).
Já um bracelete de fita durex, que é exatamente igual a um rolo de fita durex, assinado pela Balenciaga, tem a sem-vergonhice de ter o preço em 4 mil dólares (R$ 20,9 mil, na cotação atual).
É exatamente a mesma coisa que um rolo de durex. Aliás, o original é mais interessante e não custa 10 dólares (cerca de R$ 52 reais) no mercado.
Então, aparece um casaco vermelho todo destroçado pelo preço de 1.000 dólares (R$ 5,2 mil), uma pechincha perante os preços anteriores.
E eis que um bracelete de papel plástico preto igualzinho o saco de lixo, custa apenas 650 dólares (R$ 3,4 mil).
Já o tênis totalmente destruído da Balenciaga, custa 1.600 dólares (R$ 8,3 mil).

Um bracelete de palha de aço, como se fosse o bombril, assinado pela Tiffany, custa 11 mil dólares (R$ 57,6 mil).
E uma bolsa de saco plástico igual a de supermercado sai por 1200 dólares (R$ 6,2 mil).
Isto não é a moda
Os criadores de moda devem pensar que os famosos são tão imbecis que são capazes de comprar estes lixos. Mas eu sei que nem os famosos mais estúpidos, e tem muitos deles, vão ter coragem de desfilar pelas ruas e restaurantes com estes lixos criados por grandes grifes.
É inacreditável que os diretores das grandes marcas aceitam que os seus nomes estejam vinculados a tanta porcaria no mercado. Os diretores das grifes deveriam ter vergonha de terem estas coisinhas no seu portfólio.
Isto não é a moda. Isto é o descaramento de uma empresa de marca que sempre se portou da maneira de classe e que, nos dias de hoje, joga no lixo o nome da grife.
Depois se espantam quando têm prejuízo de 1 bilhão de euros no ano passado (mais de R$ 6 bilhões, na cotação atual).
Está faltando no mercado diretores de grifes que saibam respeitar os seus consumidores e não pensem que os consumidores são imbecis.












