O tradicional programa da TV Globo aos domingos, Fantástico, pode ter mudanças para voltar a ter a repercussão que sempre teve e dar um Ibope que está longe de ser bom.
O concorrente direto do Fantástico é o Domingo Espetacular, da TV Record, que o máximo que alcança é 12, assim mesmo apenas no auge da grande reportagem de Roberto Cabrini.
No restante, o Domingo Espetacular está bem longe do título do programa.
Mas, mesmo assim, o novo conselheiro do Conselho da TV Globo, que é o antigo diretor-geral Carlos Schroder, que está mandando e com força na TV, quer que o Fantástico volte a ser um programa que tenha repercussão na semana seguinte à sua exibição.
Mas Carlos Schroder tem dois problemas.
O primeiro é que o presidente-executivo da TV, Paulo Marinho, não é muito entendido de TV aberta. Sua experiência nas empresas esteve afeita às TVs a cabo, que não tinham interesse em grandes Ibopes.
Agora na TV aberta, o Paulo está longe de saber o que vai acontecer pela experiência que ele não tem e menos ainda talento para estar onde está, a não ser o fato de ser filho do herdeiro José Roberto Marinho.
Então, quando Schroder dá uma instrução, ela vai até o Paulo e lá fica sem nada acontecer, porque o Paulo Marinho chama o Amauri Soares, antigo marido de Patrícia Poeta, e diz que tem que fazer mudanças.
Mas o Amauri, responsável direto pelo fracasso do Vale Tudo remake, também não sabe o que fazer.
Duas pessoas pouco afeitas aos segredos da TV aberta acabam que um deixa para o outro e o outro deixa para o um. E isto acaba não dando em nada.
Vendo este cenário, Carlos Schroder decidiu criar um time de criadores em segredo fora da TV Globo, e fazer com que estes criadores desenhem um projeto de um novo Fantástico.
Isto deve incluir uma nova direção, novos redatores e novos apresentadores. Tudo para que o Fantástico seja levado a sério pelas donas de casa e não seja apenas um fundo de televisão enquanto a família come uma pizza.













