Aos 46 anos, Geovanna Tominaga vive uma fase de novos projetos, reencontros e descobertas.
Depois de reviver a nostalgia da TV Globinho em um especial e participar do Criança Esperança, a apresentadora segue ampliando sua atuação para além da televisão.
Entre os trabalhos estão a nova temporada do podcast Conversas Maternas, a chegada de seu primeiro livro ao universo das escolas públicas e uma rotina em que maternidade, carreira e autocuidado dividem espaço.
O retorno ao universo da TV Globinho, programa que apresentou durante sete anos, trouxe à tona lembranças de uma época que marcou a infância de muitos brasileiros.
A participação no Criança Esperança também reforçou sua ligação com o público infantil, que hoje acompanha uma Geovanna em diferentes papéis como mãe, escritora, comunicadora e estudiosa da parentalidade.
“É muito bonito perceber que uma geração que me assistia quando era criança hoje conversa comigo sobre os próprios filhos. Eles cresceram e eu também cresci. Agora estamos falando sobre infância de outro lugar”, conta.
Esse novo olhar sobre a infância ganhou força com a maternidade.
O interesse pelo desenvolvimento infantil levou Geovanna a aprofundar seus estudos e a transformar as conversas iniciadas em lives durante a pandemia no podcast Conversas Maternas, projeto que se consolidou como um espaço de troca de experiências e reflexões sobre os desafios de criar filhos.
Novos projetos e maternidade em pauta
Entre os trabalhos mais recentes está a nova temporada do Conversas Maternas, que estreou em 14 de outubro.
Com dez episódios gravados e lançamentos semanais às quartas-feiras, às 20h, no YouTube, o programa reúne convidadas como Maytê Piragibe, Pérola Faria, Carol Pelufo, Bruna Aiiso, Roseanne Mulholland, Fabíola Bordin, Bárbara Calmeto e Kátia Badin.
“Desde o início, o podcast envolve todos os assuntos que atravessam a parentalidade. Quando falamos de filhos, estamos falando também de educação, comportamento, relações, saúde, desenvolvimento e da própria sociedade em que essas crianças estão crescendo”, explica.
A literatura também ocupa um espaço importante nessa nova etapa.
Seu primeiro livro, Terra do Contrário, foi selecionado para o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) 2026-2029, abrindo a possibilidade de chegar às escolas públicas brasileiras.
Para Geovanna, a conquista representa uma oportunidade de ampliar o diálogo com as crianças por meio de outra linguagem.
“É um presente saber que meu primeiro livro foi escolhido para estar nas escolas públicas de todo o Brasil. Espero que o Caio leve seu jeito de ver o mundo para todos os cantinhos do país”, comemora.
Beleza aos 46 anos e a praticidade como prioridade
Com uma rotina que reúne gravações, maternidade, estudos e compromissos profissionais, Geovanna também encontrou uma maneira mais simples de cuidar da beleza.
Aos 46 anos, a apresentadora valoriza produtos funcionais, que possam acompanhar o ritmo do dia a dia sem exigir longas etapas de preparação.
“Eu gosto muito da proposta do skincare em bastão porque ele trouxe uma praticidade que faz diferença de verdade na rotina. O protetor solar em stick, por exemplo, é um formato que eu uso e acho muito fácil de carregar na bolsa e ter sempre por perto, principalmente para reaplicar ao longo do dia”, conta.
A facilidade de manter os cuidados mesmo fora de casa se tornou um dos principais critérios na escolha dos produtos.
“Você consegue levar para o trabalho, para uma viagem, deixar na bolsa e usar quando precisar. Também gosto porque a aplicação é rápida, não faz tanta sujeira nas mãos e funciona muito bem nos dias corridos. Confesso que a praticidade pesa bastante na minha escolha”, afirma.
Entre a memória afetiva da TV Globinho, a participação no Criança Esperança e os novos caminhos na comunicação e na literatura, Geovanna mostra que sua trajetória continua em transformação.
Além de revisitar o passado, a apresentadora encontra novas maneiras de se conectar com o público que cresceu acompanhando seu trabalho.
“Quando olho para a minha trajetória, vejo todas as Geovannas juntas. Sou a reunião de todas as experiências e aprendizados que tive. Mas sinto que ainda estou em construção”, conclui.





