Luana Piovani não esconde sua sexualidade e seus desejos “calientes”. Em sua nova peça de teatro ela se solta na frente de seu público e faz da plateia o seu psicoterapeuta. Ela não se faz de rogada e entra em aplicativos de namoro em busca de homens que a alimentem em sexo. Em uma das vezes ela diz que “Peguei um peixão e me acabei em quatro anos de namoro”, para após se refestelar voltar ao aplicativo em busca de outro peixão.
“Eu entro em aplicativo, mas quando eu começo a relação eu sou eu mesma” diz a loira.
Ela gosta de viver de verdade ao lado de seu namorado e agregar alguma coisa a ele, embora ela reconheça que tem uma exigência muito grande em relação ao homem.
Luana pensa que esse for para ser por meio de aplicativo, então ela vai continuar a procurar os seus namorados pelos aplicativos da vida.
“Tem umas pessoas que eu já conheço que não interessa e tem uns com pinta de boy lixo que também não interessa”, desdenha Luana quando pensa onde encontrar os seus futuros jovens. “Eu estou meio desinteressada apenas de doida para pegar alguém” filosofa a Luana em seus pensamentos contraditórios. Luana é assim mesmo, é a vida sendo vivida em toda a sua contradição. É o gostar de gente, gostar de um balcão de bar e uma bebida gelada que a faça sentir as pessoas. É o sempre criticar as outras pessoas. É o famoso causar quando menos se espera que ela vai falar alguma coisa de alguém. A Luana não teve a menor inibição de contar em uma entrevista que foi assediada pelo diretor Carlos Manga da TV Globo. Ela foi aos detalhes do assédio, quando lá na TV Globo a Luana tinha sido escalada para uma novela pelo Manga. Mas depois que ela não quis sentar no colo dele em uma sala da emissora, ela soube que tinha sido posta para fora da novela. Mas ela não voltou atrás e não foi se submeter ao Manga. Com a Luana até o passado é algo insólito. Imaginem então o futuro.



















