Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele destinou R$ 2,42 milhões à campanha de Flávio Bolsonaro (PL), por meio de transferências PIX, após o primeiro turno.
Diários oficiais e o Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) registram contratos de terceirização da Genesis com prefeituras como Correntina (BA), de R$ 14,5 milhões; Maiquinique (BA), de R$ 9,8 milhões; e Urandi (BA), de R$ 13 milhões.
O mais caro em vigor é com a prefeitura de Guanambi (BA), no valor de R$ 44 milhões, assinado em fevereiro e com vigência de um ano.
Guanambi deu 20.269 votos a Flávio no segundo turno, contra 35.676 a Lula. Entre os eleitores do candidato do PL estão o prefeito, Nal Azevedo (Avante), que não fez campanha, mas disse ter votado em Flávio em entrevista a uma rádio.
Outro eleitor é o secretário de governo, Edileno Oliveira (Avante), que fez campanha nas redes e, após o resultado, publicou: “Se fosse preciso, faria tudo de novo! Valores não têm preço. Princípios não se negociam”.
A coluna perguntou a Oliveira se ele sabia que um empresário e fornecedor da prefeitura de Guanambi havia sido o maior doador da campanha de Flávio no país, mas ele não respondeu.
Marcelo Cruz disse ter feito as doações a Flávio “por decisão própria e espontânea” e por se identificar com sua candidatura. Por meio de seu advogado, afirmou não haver relação com os contratos com as prefeituras.
Parte da identificação com Flávio durou até o domingo.
“Marcelo respeita o resultado das urnas, reconhece o presidente eleito como presidente de todos os brasileiros e deseja que ele faça uma boa gestão do país”, registrou a nota publicada pelo advogado do empresário.
Fonte: metrópole







