O Mestre Bujão, fundador do Gingas Capoeira, permanece no México até o dia 2 de fevereiro, cumprindo uma agenda dedicada à difusão da capoeira como expressão da cultura brasileira. A programação inclui rodas, oficinas, apresentações em eventos culturais e atividades em academias, promovendo o intercâmbio entre diferentes práticas corporais.
A missão tem caráter estratégico e simboliza a ampliação da presença do Gingas no cenário internacional. O objetivo é fortalecer a comunidade da capoeira no país, estabelecer parcerias com grupos e instituições locais e reafirmar a modalidade como ferramenta cultural, educativa e social.
“O Gingas Capoeira já desenvolve atividades no México há alguns anos, e agora temos a oportunidade de expandir ainda mais essa atuação. Vou ministrar oficinas sobre gestualidade, musicalidade, ritmo e ritual da capoeira, além de palestras em escolas e no Ministério da Educação da Cidade do México. Também fui convidado a oferecer workshops da parte marcial para praticantes de MMA e Muay Thai. Tudo isso só está sendo possível graças ao edital de mobilidade da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro”, explica Mestre Bujão.
“Queremos reforçar a capoeira como ponte cultural inclusiva, destacando também a importância da acessibilidade”, complementa.
Durante a estadia no país, o mestre conta com o apoio da equipe local do Gingas Capoeira, formada por José Antonio Lara Salas (Zé), Jorge Ulises Vazquez Betancourt (Franguinho), Byron Salvador Duarte Macedo e seus respectivos grupos. A parceria reforça o espírito de coletividade que marca o trabalho do Gingas, presente também em cidades como Niterói, Saquarema, Cachoeiras de Macacu e Duque de Caxias.
Entre os objetivos da missão estão a ampliação da visibilidade internacional do Instituto Gingas, do Gingas Capoeira e do próprio Mestre Bujão, além da criação de oportunidades para novos projetos e ações culturais no exterior. A iniciativa também dialoga com a trajetória histórica dos mestres que levaram a capoeira para além das fronteiras brasileiras, consolidando-a como fenômeno global.














