Missão secreta? Entenda como é a seleção para o BBB

Casa do BBB 2026 Reprodução | TV Globo

Neste domingo (10), o Big Brother Brasil (BBB) anunciou quem são os novos integrantes que disputaram na Casa de Vidro pela entrada na casa mais vigiada do país. Apesar de parecer algo simples, com direito a apenas um voto, a seleção para entrar no reality show é muito mais criteriosa.

Uma reportagem do Fantástico, exibida neste domingo (10), mostra como funciona o ‘processo seletivo’ com bastidores da triagem de candidatos, desde a chegada escondida a hotéis até a banca final. 

Missão secreta

O esquema de confidencialidade do BBB começa quando os candidatos entram por garagens e elevadores de serviço, sem cruzar com outros participantes e recebendo orientações rígidas.

“A gente entra com eles pela garagem pra que ninguém saiba e levamos eles pelo elevador de serviço pra que lá a gente passe as instruções e fique tudo em sigilo”, diz um produtor, explicando que ninguém se vê em momento algum.

Ao chegar ao hotel, as recomendações ficam ainda mais rígidas. O olho mágico das portas chega a ficar tampado, para impedir qualquer identificação. A logística precisa impedir até encontros casuais em corredores e elevadores.

Hoje em dia, a produção abre 100 mil vagas de inscrição e inicia uma triagem que inclui entrevistas virtuais e dinâmicas em grupo. É nessa etapa, explica Mila, que aparecem valores, competitividade e como cada pessoa lida com pressão — elementos que ajudam a definir quem tem perfil para o jogo.

Linha fina

Quando a seleção chega nos momentos finais, o número de candidatos cai drasticamente. O diretor de gênero reality Rodrigo Dourado explica que a banca final reúne cerca de 100 pessoas. Ele destaca que os aprovados representam aproximadamente 0,1% do total de inscritos no início do processo.

Na banca, a tarefa é convencer rapidamente após os candidatos serem questionados a responder em 30 segundos, o porquê devem levá-los para o BBB. Eles descrevem a sensação de suspense e descrevem a operação como se fossem “agentes secretos”, acompanhados por orientações em rádio e portas sempre fechadas.

O que precisa para entrar no BBB?

O apresentador Tadeu Schmidt diz que os vencedores precisam ter carisma, além de coragem para encarar o confinamento. A diretora-geral Angélica Campos afirma que o participante precisa ter um “magnetismo que não se explica”, do tipo que faz o público querer acompanhar e torcer.

A reportagem mostra ainda que, para chegar ao elenco final, o BBB mobiliza um time grande e múltiplas áreas — cenografia, figurino, tecnologia, arte e efeitos especiais.

“É um programa que realmente envolve todo mundo, de todas as áreas. A gente atinge aí 800 profissionais envolvidos no Big Brother, diretamente envolvidos no programa”, mostra Angélica.

É um trabalho de meses para criar as condições em que, no fim, o que decide é o imprevisível: como pessoas diferentes reagem quando passam a conviver 24 horas diante de milhões de espectadores.

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