Narjara Turetta começou a carreira ainda criança, aos 4 anos, na TV Record, e ganhou destaque na década de 1970 ao apresentar os palhaços Arrelia e Pimentinha no programa A Grande Gincana, de Durval de Souza. Também participou do quadro As Crianças Querem Saber, no Programa Raul Gil. Hoje, aos 59 anos, a atriz voltou a chamar atenção nas redes sociais ao compartilhar fotos de topless.
A atriz fez sua estreia em 1976 no mundo das novelas e protagonizou Papai Coração, na extinta TV Tupi. Ela vivia Titina, filha de Mário, vivido por Paulo Goulart.
No ano de 1979, ganhou aclamação nacional e internacional ao viver a filha de Regina Duarte em Malu Mulher, série revolucionária da Globo que tratava da vida de uma mulher divorciada. Ela deu vida a Elisa, filha adolescente de um casal em processo de divórcio, que lhe trouxe o troféu APCA de atriz revelação em 1980.
Ainda fez parte de várias produções, como Baila Comigo (1981), Selva de Pedra (1986), O Salvador da Pátria (1989). Também integrou o elenco da Record, onde fez Vidas Cruzadas (2000). Ela também interpretou à empregada artística chamada Inesita, em Páginas da Vida (2006).

Bastante amiga de Regina Duarte, Narjara contou sobre a grande amizade que fez com a eterna viúva Porcina.
“Aprendi muito com ela. Foi uma mãe fora e dentro [da TV]. A gente se entendia muito com olhar. Eu esquecia o texto e ela me ajudava. A Regina me chamava de Narjarinha”. “A Narjara fez um teste muito melhor do que as outras meninas. Talentosíssima”, disse a Regina sobre o papel de Turetta em Malu Mulher.
Surpreendeu
Recentemente, ela chamou atenção ao postar alguns cliques ousados de topless, no Rio Negro, no Amazonas. Com as fotos, ela ressaltou que hoje se aceita por inteira.
“Entre luz e sombra, fui aprendendo a me aceitar inteira. O tempo muda o corpo… e ensina a alma a habitar cada detalhe com mais verdade. Cada marca, cada curva… são capítulos que eu não apago mais”, disse.
Para finalizar, a famosa também falou sobre a propriedade do corpo e da liberdade e o quanto isso faz sentido em sua vida.
“Existe uma liberdade silenciosa em não precisar mais caber em expectativa nenhuma, meu corpo é só parte da história. O resto… é silêncio, memória e coragem”, finalizou.


















