Dayanne Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, acabou perdendo a paciência nesta quinta-feira (18), data em que a advogada se tornou ré. Irritada com a situação, a irmã da influenciadora digital afirmou que o Ministério Público de São Paulo não apresentou provas da ligação da famosa com o PCC.
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A ‘explosão’ de Dayanne aconteceu horas depois de a Justiça aceitar a denúncia apresentada pelo órgão, relacionada à lavagem de dinheiro e organização criminosa. Sem pensar duas vezes, a empresária usou sua conta nas redes sociais para comentar o assunto publicamente.
“Ministério Público, qual o papel dele? Denunciar, né? Quer fazer justiça a todo custo. Até sem provas. Porque você entra no processo da Deolane e não tem provas”, disparou Dayanne Bezerra. Além disso, segundo ela, sua irmã enriqueceu fazendo publicidade nas redes sociais.
“Só se tem a movimentação financeira dela, de publicidades que ela fez, que estão declaradas e tem contrato. Mas uma mulher pobre, nordestina, não pode ter enriquecido tanto, né? Isso afronta. Afronta muita gente”, pontuou.
Em seguida, ela confirmou:
Dayanne Bezerra, na mesma postagem, negou que Deolane Bezerra tenha “35 empresas” abertas em seu nome.
“Tanto se falou pra gerar o efeito manada: ‘Deolane tem 35 empresas’. Gente, é só fazer uma busca na Junta Comercial. Deolane tem cinco empresas ativas e duas inativas. Vá lá, faça uma busca simples”, declarou.

É importante destacar também que a defesa da influenciadora disse que o recebimento da denúncia não representa “qualquer conclusão acerca dos fatos imputados” e que “vai utilizar todos os meios necessários ao esclarecimento do caso”. Os representantes ainda disseram que a famosa é inocente e não enriqueceu de maneira ilícita, como vem sendo acusada.
Deolane Bezerra vira ré por organização criminosa e lavagem de dinheiro
Nesta quinta-feira (18), a Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do MP e tornou a influenciadora e advogada Deolane Bezerra ré por organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Contudo, além dela, também se tornaram réus Marco Willian Herbas Camacho, o Marcola, Paloma Sanches Herbas Camacho, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior e Everton de Sousa.
Atualmente, a influenciadora é investigada por envolvimento com a facção e está presa preventivamente desde 21 de maio de 2026, em Tupi Paulista (SP).
É importante destacar que, ao aceitar a denúncia do Ministério Público, a Justiça torna a pessoa ré e dá início à ação penal. Entretanto, isso não significa que ela foi condenada. Apenas que, a partir dessa decisão, o processo segue para a fase de produção de provas e apresentação da defesa, até que a Justiça decida se o acusado é culpado ou inocente.











