A polícia foca investigações criminais de fraudes em tributos na família de Ricardo Magro no Brasil, já que o Ricardo está foragido nos Estados Unidos. A juíza Marcia Oshiro mandou fazer buscas e apreensão no escritório do filho do tio de Ricardo Magro, além de buscas e apreensões de Ernesto Andrade, tio de Ricardo.
- Relembre: Quem é Ricardo Magro, apontado como o maior sonegador do país
Aliás, o jornalista Cristiano Beraldo, da Jovem Pan, também teve pedido de busca e apreensão., na rua Tenente Negrão 200, em São Paulo. Este Cristiano Beraldo teve cargo importante na Manguinhos do Brasil, no Rio de Janeiro.
Comenta-se até que foi ele quem mudou o nome da refinaria de Manguinhos para Refit. Ele também foi candidato a deputado federal pelo União Brasil
Coincidentemente, no mesmo endereço está o nome de Ernesto Andrade, tio de Ricardo Magro.
Então, na não presença de Ricardo Magro, a polícia investiga a família dele no Brasil.
Lula, Trump e Ricardo Magro
O presidente Lula teria citado Ricardo Magro em conversa com Trump, sobre Trump permitir que um grande devedor de tributos do país seja morador dos EUA.
No fim de 2024, 188 empresas de Ricardo Magro, dono da refinaria de Manguinhos, foram investigadas pela polícia do 10º Distrito Policial, com autorização da 2ª Vara de Crimes tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores no TJ de SP. A juíza Marcia Oshiro foi quem mandou fiscalizar as 188 empresas.

No relatório da polícia estavam:
- 36 empresas em nome de João Manoel Magro pai de Ricardo Magro;
- outras 23 empresas em nome de Manoel Joaquim Andrade, avô do Magro e pai da mãe de Magro;
- 82 empresas estavam no nome Ernesto dos Santos Andrade, tio de Ricardo Magro, irmão da mãe do Magro;
- e 15 estavam no nome de Anderson Bertoni que seria funcionário de Ricardo Magro.
Isto tudo foi um levantamento da polícia.
Então aconteceu a Operação Carbono Oculto, em agosto de 2025.
Desbaratou outro ramo de sonegadores de combustível, concorrentes de Magro, que estariam foragidos até hoje.
Logo depois, outro grupo de supostos sonegadores foram investigados na Operação Poço de Lobato, em novembro de 2025, com foco novamente e Ricardo Magro e sua família.
A 2ª Vara do TJ de novo autorizou, sob responsabilidade da mesma juíza Marcia Oshiro, e pediu para investigar as empresas e familiares de Magro, entre eles o tio Ernesto, que seria o grande operador do sobrinho em São Paulo.
São empresas que estariam sendo operadas do exterior. Esta técnica não é novidade no mercado.
Se policialmente é trabalhoso e complicado, judicialmente não é diferente.
O nome de Ernesto pode ser uma peça-chave em todo o esquema administrativo do grupo.
As investigações ainda continuam em cima do tio de Ricardo Magro, especialmente em cima das empresas em nome do tio.
As nuances da justiça e da lei permitem que os processos se arrastem por muito tempo, e isto é um perfil muito usado por quem precisa esgrimar com sentenças ou enfrentamentos judiciais.
Esta coluna teve acesso aos documentos de 2024 e 2025.
E caso as empresas envolvidas queiram contestar algo aqui escrito, abrimos o espaço para as contestações.














