Romário voltou a ficar entre os assuntos mais comentados do momento após a 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, determinar o bloqueio de valores que o senador do PL tem a receber da CazéTV.
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O parlamentar, que atua na cobertura da Copa do Mundo em um canal no YouTube, enfrenta uma dívida de R$ 32,4 milhões. Em meio ao processo, a empresa do influenciador Casimiro Miguel foi intimada a apresentar às autoridades toda a documentação relacionada aos contratos firmados com o ex-jogador.
Segundo informações da coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, a determinação inclui a entrega da íntegra dos contratos, além de propostas comerciais, notas fiscais, recibos, comprovantes de pagamento e outros documentos referentes à contratação de Romário para a cobertura do Mundial.
A Justiça ainda determinou que a CazéTV esclareça se algum contrato do senador foi firmado por empresas parceiras e qual delas seria a responsável pela parte financeira.
“Caso o contrato para participação do executado Romário tenha sido firmado com outra empresa do grupo empresarial do qual faz parte a CazéTV, coligada, parceira comercial, produtora, agência, plataforma, patrocinador ou qualquer outra pessoa jurídica integrante da cadeia econômica da referida cobertura da Copa 2026, que esta informe com qual empresa, com a completa qualificação da contratante ou pagadora”, pontuou a decisão.

Vale destacar que a dívida de R$ 32,4 milhões, que ocasionou a penhora dos pagamentos que Romário tem a receber por seu trabalho na CazéTV, é resultado de uma ação de cumprimento de contrato movida pela Koncretize Projetos e Obras Ltda. contra o ex-jogador e sua empresa. O processo corre sob segredo de Justiça e está em fase de cumprimento de sentença.
Romário abre mão de salário
Recentemente, o senador afirmou em plenário que abriria mão do salário de parlamentar, de cerca de R$ 46,4 mil por mês, durante o período em que acompanhou a Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos. De acordo com Romário, ele devolverá aos cofres públicos os valores eventualmente pagos durante esse período.

Além disso, antes do Mundial nos Estados Unidos, o senador trabalhou por cerca de dois meses em 2026 antes de embarcar para a cobertura do torneio. Entre dezembro de 2025 e abril de 2026, ele ficou afastado do cargo por aproximadamente 120 dias. Na ocasião, alegou compromissos no Rio de Janeiro e permitiu que o suplente Bruno Bonetti (PL-RJ) assumisse a vaga temporariamente.







