A TV Globo exibiu mais um Sincerão na noite desta segunda-feira (26). Na superdinâmica comandada por Tadeu Schmidt, as participantes Ana Paula Renault e Sol Vega protagonizaram uma briga daquelas, com direito a troca de acusações.
O confronto entre as sisters teve início após a jornalista afirmar que Sol seria a participante mais “inútil” do jogo.
Ao cravar sua escolha, Ana Paula disse que a postura de Sol a surpreendeu desde o primeiro Sincerão. “É aquela pessoa que tenta cavar alguma coisa, criar alguma coisa da cabeça dela e isso, para mim, dentro de um jogo como o BBB 26, se transforma em uma pessoa inútil”, afirmou.
Em resposta, Vega relembrou uma rusga ocorrida na primeira semana de confinamento e afirmou que Renault evita um embate direto. “Você tem medo de mim, Ana Paula. Você tem medo de brigar comigo”, disse.
Ana Paula retrucou dizendo que a adversária deveria “reconhecer a própria insignificância” e frisou ter “problemas maiores” no jogo. Sol rebateu, cravando que a rival era a única “insignificante” da casa, e questionou o motivo de ser criticada por falar alto. “Se enxerga, Ana Paula. (…) Agora, só porque eu falo alto, você vem jogar isso pra mim”, disparou.
Ainda durante a troca de farpas, Sol passou a associar o embate entre elas a questões raciais. “Só porque você é loirinha, você pode falar, você pode fazer seu argumento aí? É isso?”, questionou.
Na sequência da dinâmica do Sincerão, Matheus apontou Ana Paula como falsa. Ao tentar responder, a jornalista foi interrompida por Sol, que voltou a atacá-la: “Quando é ela, ela pode se intrometer… Por quê? Por ser branquinha, por ser rica?”, disse.
Durante o intervalo da atração, Sol e Ana continuaram discutindo. “Por que eu não posso falar? (…) Por ela ser branca, ela pode falar. Por eu ser negra, eu não posso, porque é feio. Olha, Tadeu, olha ela!”, gritou Sol.
Em meio à briga entre as duas, Juliano criticou Sol: “Você não fala nada com nada, só grita! Só sabe gritar”, afirmou o dançarino.
Após o comentário, Sol se levantou e bateu de frente com Juliano, e a discussão continuou. “Os dois branquinhos podem falar, e a negra, quando fala, é baixaria. Não vem me julgar, não. Você não sabe quem eu sou nem o que eu passei. Ela pode falar à vontade que não sai como barraqueira. Por quê? Porque ela é branca?”, concluiu.














