Daveigh Chase, que morreu aos 35 anos, no dia 16 de junho, deixou um patrimônio estimado em US$ 400 mil, o equivalente a cerca de R$ 2 milhões, na cotação atual. De acordo com o jornal Los Angeles Times, a mãe da atriz, Cathy Chase, entrou com um pedido para se tornar administradora do espólio da filha, que faleceu sem deixar testamento.
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Conforme as informações da publicação, ela afirmou que o pai da atriz “vive nas Filipinas, em um endereço desconhecido”. No entanto, ele também “mantém propriedades” em Las Vegas.
Os documentos relacionados ao inventário de Daveigh foram protocolados na Justiça de Los Angeles no último dia 8 de julho. A família da atriz afirmou, em entrevistas à imprensa norte-americana, que ela passou os últimos dias de vida em situação de rua.
A artista não era casada e não teve filhos. Roy Hernandez, que afirmou ser seu namorado, chegou a criar uma campanha de financiamento on-line para arrecadar fundos e ajudá-la a “encontrar conforto e paz” em seus últimos dias.
Vale destacar também que amigos próximos de Daveigh a procuraram desesperadamente por meses pela Skid Row, região de Los Angeles conhecida por seus acampamentos de pessoas em situação de rua. As buscas começaram meses antes da morte da atriz, quando amigos receberam uma pista sobre o paradeiro dela. As informações são do site norte-americano TMZ.

O material recebido por eles era um vídeo que mostrava uma mulher extremamente magra vivendo em uma espécie de tenda ou trailer na Skid Row. Imediatamente, o grupo reconheceu a pessoa como sendo Daveigh e deu início à procura pela atriz, que se estendeu por semanas. Apesar dos esforços e de o grupo ter ampliado as buscas por todo o centro de Los Angeles, eles nunca conseguiram encontrá-la.
Quem era Daveigh Chase?
Chase, que interpretou Samara em “O Chamado” e dublou Lilo em “Lilo & Stitch”, morreu no dia 16 de junho, aos 35 anos. Segundo relatório do instituto de exames médicos de Los Angeles, a atriz faleceu em decorrência de Aids e do abuso de substâncias. Além disso, ela apresentava um quadro grave de desnutrição.
De acordo com a rede de televisão norte-americana NBC, o documento apontava que o “uso crônico de múltiplas substâncias” também contribuiu para sua morte.

Ainda que seja um assunto considerado tabu, mesmo nos dias de hoje, é importante destacar que viver com HIV é completamente diferente de ter Aids. HIV é a sigla em inglês para vírus da “imunodeficiência humana”.
Ele ataca principalmente células do sistema de defesa chamadas CD4 e torna as pessoas mais vulneráveis a outros vírus, bactérias e ao câncer, por exemplo. Já a Aids é a síndrome da “imunodeficiência adquirida”, um conjunto de sinais e sintomas relacionados à falência do sistema de defesa, caracterizada por uma série de infecções oportunistas e câncer.
Por fim, hoje existem inúmeras formas de tratar a doença e levar uma vida completamente ativa e saudável, com a ajuda de medicamentos e exames periódicos.








