Genilson Araújo apareceu em uma situação diferente no Bom Dia Rio desta terça-feira (22). Acostumado a informar sobre a região metropolitana a bordo do Globocop, o repórter precisou permanecer em solo porque ventos de até 70 km/h impediram a decolagem do helicóptero da Globo. Durante o telejornal, ele explicou que as rajadas estavam muito fortes no nível habitual de voo e aguardava uma eventual melhora das condições meteorológicas para levantar voo. Flávio Fachel aproveitou a mudança na rotina do colega para brincar durante a transmissão. O apresentador anunciou Genilson com uma referência à presença frequente do jornalista no helicóptero e destacou que, desta vez, ele estava no chão. “Vamos chamar o grande astro dos céus do Rio de Janeiro, que é o Genilson Araújo, que está um passarinho sem asas hoje”, disse o repórter da Globo. Em seguida, o repórter explicou as condições que impediram a operação aérea. “Gente, que tempo doido. Semana passada, enfrentamos vários dias com problemas de visibilidade, teto operacional baixo. Agora temos essa entrada de frente fria, mudando completamente o cenário na cidade depois de um final de semana e segunda legais. Muita gente foi para praia”, explicou Genilson Araújo.
Genilson Araújo explica mudança no tempo
O jornalista comparou a situação desta terça com os problemas meteorológicos enfrentados nos dias anteriores. Na semana passada, a equipe teve dificuldades relacionadas à visibilidade e ao teto operacional baixo. Depois, o Rio de Janeiro registrou um período mais favorável durante o fim de semana e a segunda-feira. A chegada de uma frente fria, porém, voltou a alterar o cenário na cidade, desta vez com ventos fortes que inviabilizaram temporariamente a saída do Globocop durante o Bom Dia Rio. Genilson também contou que aproveitou o período de tempo mais ameno antes da mudança registrada nesta terça. Em tom descontraído, o repórter disse que chegou a colocar uma cadeira ao sol em casa. Na sequência, destacou que a primavera começava sob condições bem diferentes, com rajadas que haviam alcançado 70 km/h em uma estação instalada no Forte de Copacabana, localizado na zona sul do Rio de Janeiro. “Pode acreditar, até eu coloquei a cadeira no sol, em casa mesmo, porque é vitamina D, faz bem para a saúde, para os hormônios. E a primavera começa hoje, desse jeito: o vento até deu uma colher de chá, mas já chegou a 70km/h em uma estação no forte de Copacabana [na zona sul]”, contou.
Além das rajadas, o repórter apontou a chegada rápida de nuvens pelo quadrante sudoeste e mencionou a previsão de chuva. O principal impedimento para o voo, porém, estava nas condições encontradas na altitude usada pelo helicóptero da Globo. A equipe decidiu aguardar em solo antes de qualquer decolagem. Dessa forma, Genilson fez sua participação no telejornal sem o cenário aéreo que normalmente acompanha suas entradas ao vivo sobre o trânsito e outros acontecimentos da região metropolitana. “Tem muita nuvem entrando rapidamente no quadrante sudoeste, além da previsão de chuva. A gente está aqui porque o vento lá em cima, no nosso nível de voo, está muito forte. Estamos aguardando um pouquinho”, finalizou.







