Mila Seidl, viúva do influenciador e especialista em aviação Lito Sousa, emocionou os seguidores ao revelar que acredita ter recebido um sinal do marido. Na última quarta-feira (14), a empresária contou que havia pedido uma demonstração de sua presença e afirmou que a experiência trouxe um pouco de alívio em meio ao período de luto.
“Eu recebi um sinal. Falei assim: ‘Lito, eu preciso de um sinal, mas não pode ser um sinal que eu fique na dúvida se era ou não’. Ele não falha comigo nunca”, afirmou Mila em vídeos publicados nas redes sociais.
A empresária, de 41 anos, não revelou o que aconteceu exatamente, mas garantiu que a experiência foi impactante.
Viúva de Lito Sousa desabafa sobre o luto
Durante o relato, Mila também falou sobre as dificuldades que enfrenta desde a morte do marido, em 1º de outubro. Lito morreu aos 59 anos em decorrência da doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição neurológica rara e degenerativa.
A empresária explicou que utiliza seu perfil pessoal para dividir com os seguidores os sentimentos que tem enfrentado nesse período complicado, incluindo a tristeza e as dificuldades de retomar a rotina.
“Aqui nesse Instagram, que é o meu pessoal, onde eu sempre contei da minha vida, eu posso mostrar o que eu estou de fato sentindo: a tristeza que eu estou, a depressão que eu estou, o luto que estou vivendo, as dificuldades duras que eu estou passando”, disse.
Na sequência, ela ainda destacou que precisa continuar trabalhando enquanto lida com a perda. Além de cuidar do filho, Malone, de 7 anos, ela tem responsabilidades profissionais e projetos que pretende levar adiante.
Agora, Mila precisa assumir sozinha os cuidados com o filho do casal, ao mesmo tempo que tenta encontrar forças para seguir em frente.
“Quando eu falei que eu tinha perdido o direito de morrer, não era de mim que eu estava falando, era do meu filho, pensando na preocupação que eu tenho, né? Agora ele não tem mais pai, ele tem só eu. Então, eu tenho que seguir em frente e fazer o melhor que eu posso”, desabafou.
Ainda durante o relato, a empresária também explicou que precisa separar, em determinados momentos, a dor pessoal das obrigações profissionais para conseguir seguir em frente.
Sendo assim, ela explicou que mantém os compromissos de trabalho mesmo quando está emocionalmente abalada, já que outras pessoas dependem dela.





