?Ao discursar na plenária territorial em Santa Maria da Vitória neste domingo (28), o senador Jaques Wagner (PT-BA) recorreu à própria trajetória política e ao resgate de memórias da campanha de 2006 para ilustrar a atenção que o PT deu ao Oeste baiano nos últimos 20 anos. O senador lembrou quando rejeitou a proposta de criação do “Estado do São Francisco”, mesmo correndo o risco de perder votos na região. “Eu disse que não concordava que a Bahia fosse dividida e que preferia prometer que, se eleito, vocês iriam sentir a presença do Estado aqui no Oeste”, afirmou Wagner. “E eu ganhei a eleição. Uma eleição que ninguém acreditava”, completou.
Após resgatar aquele episódio, Wagner atribuiu os avanços na região Oeste à confiança do povo baiano no projeto político do PT e do presidente Lula. Ele também lembrou que a Bahia passou a ter seis universidades federais e 37 escolas técnicas, e que, ao invés de baianos irem para Goiás, pacientes do estado vizinho começaram a tratar da saúde na Bahia. Tudo o que fizemos aqui aprendemos na escola do meu amigo de mais de 48 anos: Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou.

Para garantir a continuidade do projeto, o senador torce pelo hexacampeonato do PT na Bahia. Aqui somos pentacampeões, assim como a Seleção. Torço para que o Brasil seja Hexa e também para que Jerônimo [Rodrigues] complete nosso Hexa em outubro, declarou. Nesta segunda-feira (29), o Brasil enfrenta o Japão pela primeira fase do mata-mata da Copa do Mundo.

Wagner encerrou convocando a população do Oeste baiano à reflexão nas urnas. Quando a gente entrar na sagrada urna, vamos comparar como era o Oeste antes e depois de Lula, disse. E completou: Devemos fazer política com muita compaixão. Escutando as demandas do povo e colocando isso em prática depois.







