O rapper Filipe Ret tornou-se alvo de uma disputa judicial que ganhou repercussão em maio de 2026. A ação foi movida pela criadora de conteúdo Emanuelle Vidal de Castro e envolve uma série de acusações que ultrapassaram as redes sociais e chegaram aos tribunais. O caso inclui alegações de exposição indevida, ataques virtuais e supostas ofensas trocadas entre as partes.
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Tudo começou em abril de 2026, quando Emanuelle utilizou seu perfil no TikTok para compartilhar uma experiência negativa vivida com o artista. Na ocasião, a fã narrou ter se sentido frustrada e constrangida com a reação de Ret durante um pedido de foto em um evento. O relato, que rapidamente ganhou repercussão na plataforma, se tornou o estopim para uma reação que a autora da ação classifica como desproporcional.
De acordo com os autos do processo, Emanuelle sustenta que Filipe Ret utilizou sua vasta base de seguidores, composta por milhões de pessoas, para alvejá-la publicamente. A criadora de conteúdo afirma que, após o seu vídeo viralizar, o rapper compartilhou um story marcando diretamente o seu perfil, acusando-a de “oportunismo” e de buscar engajamento e curtidas às custas de sua imagem.
Emanuelle alega que a atitude do artista teria incitado uma “campanha de ataques virtuais em massa”. Segundo a petição, a partir dessa exposição, ela passou a sofrer uma avalanche de xingamentos e comentários depreciativos por parte dos fãs do cantor.
Além da repercussão pública, o processo aponta ofensas diretas que teriam partido do próprio rapper: a autora afirma ter recebido um direct via Instagram em que Ret a teria chamado de “miserável do caralho”. O artista teria comentado diretamente no vídeo postado pela fã no TikTok com a palavra “oportunista”.
Reparação e danos morais
Diante do cenário de hostilidade descrito na ação, Emanuelle Vidal de Castro busca reparação pelos danos sofridos. A defesa da criadora de conteúdo pede a condenação de Filipe Ret ao pagamento de uma indenização por danos morais no valor de R$ 70 mil.











