Conhecida como Madrinha do Funk, Ana Paula vive uma nova etapa de sua trajetória profissional.
A comunicadora e treinadora comportamental amplia sua atuação internacional ao assumir a apresentação do Brazil Day ATX 2026, no Texas, nos Estados Unidos.
O convite leva para fora do Brasil uma experiência construída ao longo dos anos na comunicação, na proximidade com comunidades e em ações voltadas especialmente aos jovens.
A participação no evento conta com o apoio e patrocínio da Rádio Caju, que atua no Texas.
Segundo Ana Paula, a parceria foi fundamental para viabilizar sua presença no Brazil Day ATX 2026 e representa também um reconhecimento ao trabalho que vem desenvolvendo ligado à comunicação e à cultura brasileira no exterior.
Para ela, estar em um evento internacional não se resume à visibilidade proporcionada pela experiência.
Existe também a responsabilidade de representar a cultura brasileira e levar sua própria história para novos públicos.
“Quando a gente fala de uma oportunidade internacional, muitas vezes as pessoas enxergam apenas o glamour de estar em outro país. Eu enxergo responsabilidade”, afirma.
Ao chegar ao Texas como apresentadora do Brazil Day ATX 2026, Ana Paula leva consigo as diferentes frentes que construiu profissionalmente no Brasil, entre elas a comunicação, a apresentação e a trajetória que lhe rendeu o título de Madrinha do Funk.
“Eu acredito que a comunicação tem esse poder de conectar pessoas e culturas. Estar nesse projeto internacional mostra que a nossa voz brasileira pode ocupar diferentes espaços sem perder a nossa essência”, destaca.
Relação com comunidades faz parte da trajetória
A proposta social e comunitária do Brazil Day também foi um dos fatores que aproximaram Ana Paula do projeto.
Ao longo de sua carreira, ela manteve contato próximo com comunidades e jovens, com trabalhos voltados à criação de oportunidades e à ampliação de espaços para pessoas que nem sempre conseguem ser ouvidas.
“Eu sempre tive uma relação muito forte com as comunidades e com os jovens. Ao longo da minha trajetória, procurei dar voz para quem muitas vezes não tinha espaço para falar, criar oportunidades e mostrar que uma história difícil não precisa determinar onde uma pessoa vai chegar”, relata.
Essa identificação faz com que a participação no evento também seja vista por ela como uma continuidade do trabalho desenvolvido no Brasil, agora alcançando brasileiros que vivem fora do país.
“Eu acredito que fazer o bem não tem fronteira. Seja no Brasil, no Texas ou em qualquer outro lugar do mundo, quando existe a possibilidade de ajudar, conectar e transformar, vale a pena estar presente”, afirma.
Como surgiu o título de Madrinha do Funk?
Apesar de ter se transformado em uma marca de sua trajetória, Ana Paula conta que o título de Madrinha do Funk não surgiu de uma estratégia profissional ou de marketing.
O nome nasceu espontaneamente a partir da relação que ela construiu com as pessoas e com as comunidades.
“Esse nome não foi criado em um escritório ou pensado como uma estratégia de marketing. Ele nasceu da relação que construí com as pessoas”, explica.
Para a comunicadora, o significado também ultrapassa a relação direta com o gênero musical.
Ser Madrinha do Funk envolve representação, acolhimento, incentivo e a possibilidade de utilizar sua voz e sua visibilidade para abrir caminhos.
“Ser Madrinha do Funk é muito mais do que falar sobre funk. É representar pessoas, dar voz, acolher, incentivar e mostrar que existem caminhos e possibilidades”, afirma.
A experiência ajudou a consolidar sua identidade profissional como comunicadora e, segundo Ana Paula, aumentou a responsabilidade de utilizar a projeção conquistada em iniciativas capazes de provocar algum impacto social.
Comunicação e desenvolvimento pessoal
Outra frente de atuação de Ana Paula é o trabalho como treinadora comportamental, no qual aborda desenvolvimento pessoal, comportamento, posicionamento e mudança de mentalidade.
Para ela, essa atividade mantém uma relação direta com aquilo que desenvolveu ao longo dos anos na comunicação e no trabalho social.
“Às vezes, uma pessoa não precisa apenas de uma ajuda financeira. Ela precisa que alguém a enxergue, a escute e diga: ‘Você é capaz’”, afirma.
Na visão da profissional, as três áreas podem atuar de maneira complementar.
Enquanto a comunicação permite criar conexões e ampliar a visibilidade, o desenvolvimento pessoal pode contribuir para que uma pessoa esteja preparada quando uma oportunidade surgir.
“A comunicação pode abrir portas. O desenvolvimento pessoal pode preparar essa pessoa para atravessá-las. E o trabalho social pode ajudar a criar essas primeiras oportunidades”, explica.
Conexão com brasileiros que vivem no exterior
A participação no Brazil Day ATX 2026 também permitirá que Ana Paula se aproxime da comunidade brasileira que vive nos Estados Unidos. A mensagem que pretende levar a essas pessoas é direta:
“Nunca esqueçam de onde vocês vieram.”
Para ela, construir uma vida fora do Brasil não significa abandonar a própria identidade.
Cultura, música, alegria, capacidade de trabalhar e disposição para recomeçar continuam fazendo parte da história de muitos brasileiros que buscaram novas oportunidades em outros países.
“Quero chegar ao Texas como a Ana Paula, como comunicadora, como treinadora comportamental e, principalmente, como a Madrinha do Funk, levando um pouco dessa energia brasileira e criando pontes entre as pessoas”, afirma.
Com o Brazil Day ATX 2026, Ana Paula amplia sua atuação para um novo público sem deixar para trás as características que marcaram sua trajetória no Brasil.
A experiência reúne comunicação, cultura, desenvolvimento pessoal e trabalho junto às comunidades em uma etapa que agora atravessa fronteiras.
“Para mim, essa experiência internacional não é apenas sobre estar em um palco. É sobre representar uma história, conectar pessoas e continuar fazendo aquilo que sempre acreditei: usar a minha voz para fazer o bem”, conclui.









