Um abraço entre dois desconhecidos após um acidente de trânsito comoveu milhões de brasileiros e rapidamente ganhou as redes sociais. O gesto aconteceu no dia 23 de junho, em Camboriú (SC), quando o motorista Paulo Amaral, de 37 anos, desceu do carro para confortar o outro condutor, que estava visivelmente abalado após a colisão.
O que muita gente não sabia é que Paulo faz parte do movimento Legendários desde maio de 2024. Segundo ele, a experiência vivida durante o TOP 655 (Track Outdoor de Potencial), realizado no Vale Europeu, em Santa Catarina, foi determinante para a mudança de comportamento que hoje chama a atenção de quem acompanha sua história.
“Foi naquela montanha que tive um encontro verdadeiro com Jesus. O desafio me fez refletir sobre quem eu era, me posicionar como um homem de princípios e decidir viver uma história digna de ser contada”, afirma.
Desde então, Paulo permanece ativo no movimento humanitário. Já retornou outras três vezes às montanhas como voluntário da equipe de serviço e está confirmado para servir novamente em uma edição do TOP, em setembro.
Para ele, o abraço que ganhou repercussão nacional foi apenas uma consequência natural da transformação que viveu.
“Para mim, foi uma atitude natural. Como cristão e Legendário, acredito que viver princípios, cuidar das pessoas e demonstrar amor ao próximo deve fazer parte do dia a dia.”
A história traduz, na prática, um dos propósitos do Legendários: formar homens transformados para impactar positivamente suas famílias, comunidades e a sociedade por meio de atitudes concretas.
Presente em 24 países e com mais de 220 mil participantes em todo o mundo, o Legendários promove jornadas de desenvolvimento humano por meio de uma imersão de quatro dias em meio à natureza, que combina desafios físicos, trabalho em equipe e momentos de reflexão sobre propósito, liderança, comportamento e relacionamentos.
Além da formação de homens, o movimento humanitário realiza projetos sociais em diferentes países, como o Águafrica, que amplia o acesso à água potável em comunidades de Angola e Guiné-Bissau, além de ações emergenciais de ajuda humanitária, como a mobilização de mais de 1.300 voluntários após os terremotos na Venezuela.








